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MAPEAMENTO DA FRAGILIDADE AMBIENTAL NA BACIA HIDROGRÁFICA DO CÓRREGO MATILDE CUÊ, MARECHAL CÂNDIDO RONDON – PR

Maicol Rafael Bade, Anderson Sandro da Rocha, José Edézio da Cunha

Resumo


Estudos para verificar a fragilidade ambiental e o uso e ocupação dos solos têm sido indicados como necessários para a compreensão do meio ambiente. Visando contribuir com esta temática, esta pesquisa tem a finalidade de mapear e analisar a fragilidade ambiental na Bacia Hidrográfica do Córrego Matilde Cuê, Marechal Cândido Rondon-PR. A distribuição das classes de uso do solo com estreitas relações com as condições geoecológicas da área pode ser justificada pelas ocupações urbanas dos setores do topo e pela presença das pastagens dos fundos de vale. A carta de fragilidade ambiental, fundamentada na metodologia de Ross (1994, 1996), evidenciou que os setores de menor fragilidade encontram-se nas médias-altas e altas vertentes com baixo grau de declividade e solos desenvolvidos (Latossolos e Nitossolos), considerados mais resistentes ao desenvolvimento e evolução de processos erosivos. Já os setores de média e baixa vertente com maior declividade e presença de solos rasos (Neossolos) são classificados de fragilidade forte. 


Palavras-chave


Fragilidade ambiental; Uso e ocupação; Expansão urbana desordenada

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ARTIGO AUTORIZAÇÃO


DOI: http://dx.doi.org/10.5380/geografar.v9i2.38004