INFLUÊNCIA DE TRATAMENTOS PÓS-COLHEITA SOBRE A ATIVIDADE ENZIMÁTICA DE ABACAXI CV. <i>Smooth Cayenne</i>
DOI:
https://doi.org/10.5380/cep.v24i2.7499Palavras-chave:
TRATAMENTOS HIDROTÉRMICOS, ABACAXI, ATIVIDADE ENZIMÁTICAResumo
O presente estudo teve por objetivo determinar os efeitos da associação de tratamentos hidrotérmicos, cloreto de cálcio e atmosfera modificada sobre a atividade enzimática do abacaxi cv. Smooth Cayenne. Os frutos provenientes de Canápolis-MG (BRASIL) foram colhidos em estádio de maturação “de vez” e tamanho uniforme, com peso médio variando de 1,8 a 2,1 kg. Testaram-se tratamentos hidrotérmicos a temperatura de 40°C, com e sem cloreto de cálcio a 2%, nos tempos de imersão de 10, 20, 30, 40 e 50 minutos, além de armazenamento ou não em emalagens de polietileno. Após os tratamentos, procedeu-se o armazenamento refrigerado em temperatura de 8°C ± 2 e umidade relativa de 90% ± 3 durante 20 dias. Em seguida, os frutos foram deixados em temperatura ambiente (20°C ± 2) e umidade relativa de 80% ± 10 por 5 dias. Após esse período, avaliaram-se as atividades das enzimas fenilalanina amônio liase (FAL), peroxidases (PER), polifenoloxidases (PFO), poligalacturonase (PG) e pectinametilesterase (PME). O uso da embalagem reduziu a atividade de todas as enzimas analisadas e o cálcio provocou aumento na atividade das peroxidases. Maior tempo de imersão ocasionou aumentos nas atividades das peroxidases e polifenoloxidases.
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