AVALIAÇÃO DO IMPACTO DE PRÉ-TRATAMENTOS SOBRE A EXTRAÇÃO DE CAROTENÓIDES POR PRENSAGEM SEQÜENCIAL DE BAGAÇO DE CAJU
DOI:
https://doi.org/10.5380/cep.v24i2.7497Palavras-chave:
EXTRAÇÃO AQUOSA, ENZIMAS, PECTINASE, BAGAÇO DE CAJUResumo
A extração de carotenóides ocorre geralmente por solventes orgânicos, cujos impactos negativos incentivam sua substituição por processos de prensagem, utilizando água como solvente. A baixa solubilidade dos carotenóides em água pode ser parcialmente compensada por pré-tratamentos que hidrolisem ou rompam as paredes celulares dos tecidos, como congelamento e tratamento enzimático. O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito do congelamento do bagaço de caju (subproduto da produção de suco) e da ação da pectinase sobre a extração de carotenóides por prensagem. O bagaço do caju, previamente congelado ou não, foi macerado em água ou solução de pectinase, prensado e filtrado, gerando o extrato. O bagaço resultante do primeiro ciclo maceração-prensagem passou por mais quatro ciclos, sendo a maceração sempre em água. Os teores de carotenóides do bagaço e dos extratos obtidos de cada ciclo foram analisados. A eficiência da extração de carotenóides tendeu a diminuir ao longo do número de ciclos. Tanto o congelamento quanto o tratamento enzimático aumentaram significativamente a eficiência global do processo de extração, especialmente o primeiro.
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