CONTROLE QUÍMICO DA FERRUGEM ASIÁTICA DA SOJA NA REGIÃO SUL DO PARANÁ
DOI:
https://doi.org/10.5380/rsa.v8i3.9507Palavras-chave:
doenças da soja, Glycine Max, Phakopsora pachyrhiziResumo
A ferrugem asiática da soja, causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi, é um problema recente no Brasil, podendo causar queda prematura das folhas e conseqüente redução de produtividade. Tendo em vista a inexistência de cultivares resistentes o controle químico é, atualmente, a mais importante alternativa para controle da doença. Este trabalho teve como objetivo testar dois princípios ativos fungicidas e 5 épocas de aplicação para controle da ferrugem da soja. Os experimentos foram realizados em Palmeira-PR, durante o período de novembro de 2003 a maio de 2004, nas cultivares CD 205 e BRS 133. Os ingredientes ativos testados foram: tetraconazol (50g i.a. ha-1) e pyraclostrobina (66,5g i.a. ha-1) + epoxiconazol (25g i.a. ha-1). Foram comparadas aplicações únicas nos estádios V7 (com sintomas iniciais da doença), V9, R1, R2 e R5.1 à duas aplicações nos estádios R2 e R5.1. O delineamento experimental utilizado foi blocos ao acaso com quatro repetições e número variável de tratamentos em cada ensaio (9 tratamentos na cultivar BRS 133 e 7 na CD 205 ). A área colhida de cada parcela foi de 5,4 m2. Os tratamentos contendo apenas triazol ou mistura de estrobilurina + triazol demonstraram efeito protetor e curativo apresentando resultados similares no controle da doença. A aplicação única dos fungicidas tetraconazol e pyraclostrobina + epoxiconazol mostraram maior eficiência quando aplicados com baixa severidade do fungo. Entretanto, verificou-se que as primeiras aplicações dos fungicidas em V7 para a cultivar BRS 133 e, R1 para CD 205, resultou em menor evolução da severidade da ferrugem.
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