ESTAQUIA DE AMOREIRAS SUBMETIDAS A PRÉ-TRATAMENTO COM ÁGUA E DIFERENTES SUBSTRATOS ORGÂNICOS
DOI:
https://doi.org/10.5380/rsa.v11i6.20391Palavras-chave:
Propagação, Morus sp., sericiculturaResumo
Este trabalho teve o objetivo de avaliar a utilização de substratos suplementados com resíduos orgânicos e de pré-tratamento com água no desenvolvimento de estacas de amoreira cultivares Miura, SK 1, SK 4 e IZ 6/2. O experimento consistiu de seis tratamentos: T1- Pré-tratamento e substrato com bagaço de cana-de-açúcar; T2- Pré-tratamento e substrato com esterco de galinha; T3- Pré-tratamento com água sem resíduo orgânico; T4- Substrato com bagaço de cana-de-açúcar; T5- Substrato com esterco de galinha; T6- Substrato sem complemento de resíduo orgânico. O pré-tratamento consistiu em deixar as estacas imersas na água por um período de 24 h. A porcentagem de plantas com brotos foi estimada de dois em dois dias. Após o 70º dia foram avaliados a porcentagem de sobrevivência e a altura média dos brotos. Os melhores resultados de enraizamento foram obtidos quando as estacas foram submetidas a imersão em água antes do plantio. O uso de substratos acrescidos com bagaço de cana-de-açúcar e esterco de galinha não mostrou-se efetivo para propagação por estaquia de amoreira.
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