CULTURAS DE SUCESSÃO AO MILHO NA DINÂMICA POPULACIONAL DE PLANTAS DANINHAS

Autores

  • Joilson SODRÉ FILHO FACTU
  • Ricardo CARMONA UnB
  • Alexandre Nunes CARDOSO EMBRAPA
  • Arminda Moreira de CARVALHO EMBRAPA-CPAC

DOI:

https://doi.org/10.5380/rsa.v9i1.10126

Palavras-chave:

Adubos verdes, manejo cultural, manejo do solo, banco de sementes de plantas daninhas, green manures, cropping management, soil management, weed seed bank

Resumo

O objetivo deste trabalho foi estudar o efeito das culturas de sucessão ao milho (aveia-preta, crotalária júncea, feijão-bravo-do-ceará, guandu, mucuna cochinchinense, girassol e milheto) na dinâmica de plantas daninhas nos sistemas convencional de preparo do solo e plantio direto no Cerrado. A matéria seca das plantas daninhas foi avaliada aos 60 dias após a semeadura das culturas de sucessão e a população de plantas daninhas aos 30 e 60 dias após a semeadura das culturas de sucessão, e aos 45 dias após a semeadura do milho. Estimou-se o banco de sementes de plantas daninhas no solo nas áreas das culturas de sucessão em julho de 2001 e de 2002. As espécies aveia-preta, feijão-bravo-do-ceará, girassol, guandu e mucuna cochinchinense, utilizadas em sucessão ao milho, reduziram a matéria seca das plantas daninhas. O plantio direto reduziu o banco de sementes de plantas daninhas no solo, porém apresentou maior taxa de emergência de plântulas no campo, em relação ao sistema convencional. O uso de culturas de sucessão aliado ao não revolvimento do solo reduz o banco de sementes de plantas daninhas no solo.

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Publicado

2008-01-01

Como Citar

SODRÉ FILHO, J., CARMONA, R., CARDOSO, A. N., & CARVALHO, A. M. de. (2008). CULTURAS DE SUCESSÃO AO MILHO NA DINÂMICA POPULACIONAL DE PLANTAS DANINHAS. Scientia Agraria, 9(1), 007–014. https://doi.org/10.5380/rsa.v9i1.10126

Edição

Seção

Fitotecnia