CULTURAS DE SUCESSÃO AO MILHO NA DINÂMICA POPULACIONAL DE PLANTAS DANINHAS
DOI:
https://doi.org/10.5380/rsa.v9i1.10126Palavras-chave:
Adubos verdes, manejo cultural, manejo do solo, banco de sementes de plantas daninhas, green manures, cropping management, soil management, weed seed bankResumo
O objetivo deste trabalho foi estudar o efeito das culturas de sucessão ao milho (aveia-preta, crotalária júncea, feijão-bravo-do-ceará, guandu, mucuna cochinchinense, girassol e milheto) na dinâmica de plantas daninhas nos sistemas convencional de preparo do solo e plantio direto no Cerrado. A matéria seca das plantas daninhas foi avaliada aos 60 dias após a semeadura das culturas de sucessão e a população de plantas daninhas aos 30 e 60 dias após a semeadura das culturas de sucessão, e aos 45 dias após a semeadura do milho. Estimou-se o banco de sementes de plantas daninhas no solo nas áreas das culturas de sucessão em julho de 2001 e de 2002. As espécies aveia-preta, feijão-bravo-do-ceará, girassol, guandu e mucuna cochinchinense, utilizadas em sucessão ao milho, reduziram a matéria seca das plantas daninhas. O plantio direto reduziu o banco de sementes de plantas daninhas no solo, porém apresentou maior taxa de emergência de plântulas no campo, em relação ao sistema convencional. O uso de culturas de sucessão aliado ao não revolvimento do solo reduz o banco de sementes de plantas daninhas no solo.
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Direitos Autorais para artigos publicados nesta revista são do autor, com direitos de primeira publicação para a revista. Em virtude da aparecerem nesta revista de acesso público, os artigos são de uso gratuito, com atribuições próprias, em aplicações educacionais e não-comerciais.
