DETERMINAÇÃO ULTRASSONOGRÁFICA DO SEXO FETAL EM ÉGUAS DA RAÇA CRIOULA ENTRE O 59° E O 126º DIAS DE GESTAÇÃO, EM CONDIÇÕES DE CAMPO
DOI:
https://doi.org/10.5380/avs.v24i1.58748Palavras-chave:
reprodução, sexagem fetal, tubérculo genital, ultrassonografiaResumo
O presente trabalho teve como objetivo comparar a eficácia da sexagem fetal pelo tubérculo genital com a sexagem baseada na avaliação das gônadas fetais em equinos, quando realizadas em condições de campo. Foram utilizadas 27 éguas da raça Crioula, as quais foram submetidas aos referidos exames de sexagem fetal por ultrassonografia transretal em dois momentos distintos. Foi realizada uma única avaliação por técnica em cada animal e o sexo dos potros foi confirmado ao nascimento. A sexagem pela identificação e posicionamento do tubérculo genital ocorreu entre 59 e 65 dias de gestação, resultando em uma taxa de diagnósticos possíveis de 51,9% (14/27) e acurácia de 85,7% (12/14). A sexagem baseada na avaliação das gônadas fetais foi realizada entre 117 e 126 dias de gestação, sendo a taxa de diagnósticos possíveis 88,9% (24/27) e a acurácia 83,3% (20/24). A acurácia de ambas as técnicas não apresentou diferença estatística (P=0,85), no entanto a taxa de diagnósticos possíveis foi superior pela técnica baseada nas gônadas fetais (P=0,003). Conclui-se que, em condições de campo (não otimizadas), a sexagem fetal pela avaliação das gônadas fetais apresentou melhor eficácia, tendo como principal vantagem a maior taxa de diagnósticos possíveis.
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