ISOLAMENTO DE DERMATÓFITOS DO PELO DE CÃES E GATOS PERTENCENTES A PROPRIETÁRIOS COM DIAGNÓSTICO DE DERMATOFITOSE

Daniele Bier, Marconi Rodrigues de Farias, Marisol Dominguez Muro, Luciana Maria Faiad Soni, Vânia Oliveira Carvalho, Cláudia Turra Pimpão

Resumo


Este estudo avaliou o potencial de cães e gatos em disseminar fungos dermatófitos, o perfil epidemiológico mais suscetível e as principais síndromes clínicas associados à dermatofitose humana. Foram coletados e cultivados pêlos e escamas de 21 gatos e 33 cães domiciliados com 25 proprietários com diagnóstico de dermatofitose. Tanto crianças como adultos adquiriram a dermatofitose a partir do contato com cães e gatos. A maioria das crianças apresentava Tinea capitis enquanto os adultos apresentavam Tinea corporis. Dos animais avaliados, 67% (36/54) foram positivos para fungos dermatófitos, sendo 95% (20/21) dos gatos e 49% (16/33) dos cães positivos. Dos gatos analisados, tanto assintomáticos como sintomáticos podem ter transmitido a doença. Quanto aos cães, os assintomáticos foram provavelmente os principais veiculadores da dermatofitose aos seus proprietários. Das amostras positivas em gatos, e em 94,4% das positivas em cães, o dermatófito isolado foi o Microsporum canis.  


Palavras-chave


medicina veterinária; zoonose; dermatologia

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DOI: http://dx.doi.org/10.5380/avs.v18i1.25980

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