INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL SISTEMATIZADOS PELO MODELO PRESSÃO-ESTADO-RESPOSTA (PER) NA BACIA HIDROGRÁFICA DO ALTO IGUAÇU, PR

Luciene da Costa Rodrigues, Sandra Mara Alves da Silva Neves, Valter Roberto Schaffrath, Jesã Pereira Kreitlow

Resumo


O diagnóstico ambiental é relevante para conservação ambiental uma vez que indica o impacto que determinada atividade antrópica causará ao ambiente. Este estudo tem como objetivo efetuar o diagnóstico ambiental da paisagem da Bacia Hidrográfica do Alto Iguaçu/PR, por meio de indicadores de sustentabilidade, na perspectiva da geração de dados e informações que possam subsidiar o planejamento ambiental e no desenvolvimento territorial. A metodologia desenvolvida compreendeu pesquisa bibliográfica, elaboração de mapas de uso da terra e cobertura vegetal e para o diagnóstico ambiental o modelo estrutural Pressão-Estado-Resposta. Os indicadores analisados (solo, hídrico, biodiversidade, agrotóxico, uso da terra e demografia) possibilitaram avaliar os programas e as políticas públicas que visam reverter o quadro atual de degradação, com ações e práticas voltadas à sustentabilidade ambiental na bacia. Os resultados demonstram que entre os anos de 1985 a 2017 ocorreu aumento em área das classes: floresta plantada (91,85%), agricultura e pastagem (22,50%), área não vegetada (56,45%), hídricos (69,39%), influência urbana (22,86%) e mineração (80,81%), sendo que para as demais classes ocorreu redução. Portanto, o quadro atual de degradação na Bacia Hidrográfica do Alto Iguaçu proporciona um melhor entendimento de quais pressões antrópicas e de como são causadas no ambiente, assim como, na construção de um planejamento ambiental adequado visando o uso e manejo da terra, contribuindo com o desenvolvimento territorial e a sustentabilidade local.


Palavras-chave


Geotecnologias; Ecologia de paisagem; Uso da terra; Relação Homem e Ambiente; Planejamento territorial

Referências


ALMEIDA, D. S. Recuperação ambiental da Mata Atlântica. 3 ed. Ilhéus, BA: Editora UESC, 2016. 202p.

ALMEIDA, T. C. S. A falta de qualidade da água na bacia do Alto Iguaçu influenciada pelo crescimento urbano na região metropolitana de Curitiba. 46f. Dissertação. (Mestrado em Economia e Meio Ambiente), Universidade Federal do Paraná/UFPR, Curitiba, PR, 2014.

ALTIERI, M. A. Agroecologia, agricultura camponesa e soberania alimentar. Revista NERA, v. 13, n. 16, p. 22-32, 2010.

ALTIERI, M. A. Agroecologia: as bases científicas da agricultura alternativa. Rio de Janeiro: PTA-FASE, 1987. 237p.

ANDRADES, T. O.; GANIMI, R. N. Revolução verde e a apropriação capitalista. Centro de Ensino Superior de Juiz de Fora, v. 21, n. 1, p. 43-56, 2007.

ASSIS, R. L. Agroecologia: visão histórica e perspectivas no Brasil. In: AQUINO, A. M.; ASSIS, R L. (orgs.) Agroecologia princípios e técnicas para uma agricultura orgânica sustentável. Brasília, Embrapa Informação Tecnológica, 2005. p. 174-184.

BERGER, R.; TIMOFEICZYK JÚNIOR, R.; SANTOS, A. J.; BITTENCOURT, A. M.; SOUZA, V. S.; EISFELD, C. L.; POLZ, W. B. Rentabilidade econômica da produção de Pinus spp. por mesorregião homogênea no estado do Paraná. Floresta, v. 41, n. 1, p. 161-168, 2011.

BERTRAND, G. Paisagem e geografia global. Esboço metodológico. Revista Ra’ E Ga: O Espaço Geográfico em Análise, n. 8, v. 1, p. 141-152, 2004.

BINKOWSKI, P. Dinâmicas socioambientais e disputas territoriais em torno dos empreendimentos florestais no Sul do Rio Grande do Sul. 2014. 266f Tese (Doutorado em Desenvolvimento Rural), Universidade Federal Rio Grande do Sul/UFRGS, Porto Alegre, 2014.

BRASIL. Agência Nacional de Águas (ANA). Conjuntura dos recursos hídricos no Brasil: informe. Brasília, 2010. Disponível em: http://www.snirh.gov.br/portal/snirh/centrais-de-conteudos/conjuntura-dos-recursos-hidricos. Acesso em: 03 de nov. 2018.

BRASIL. Lei nº 11.428, de 22 de Dezembro de 2006. Utilização e proteção da vegetação nativa do Bioma Mata Atlântica. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2006/Lei/L11428.htm. Acesso em: 09 de abr. 2019.

BRASIL. Lei nº 12.651 de 25 de maio de 2012. Proteção à vegetação nativa. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/lei/l12651.htm. Acesso em: 09 de abr. 2019.

BRASIL. Lei nº 7.802, de 11 de julho de 1989. Lei dos Agrotóxicos. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L7802.htm. Acesso em: 03 de nov. 2018.

BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Assessoria de Gestão Estratégica. Projeções do agronegócio - Brasil 2008-09 a 2018-19. Brasília: Mapa, 2009.

BRASIL. Nota Informativa nº 50/2019-DSAST/SVS/MS. Esclarecimentos sobre riscos à saúde decorrentes da presença de agrotóxicos na água para consumo humano no Brasil. Disponível em: file:///C:/Users/Profissional/Downloads/SEI_MS%20-%209149617%20-%20Nota%20Informativa%20agrot%EF%BF%BDxicos%20em%20%EF%BF%BDgua.pdf. Acesso em: 08 de jun. 2019.

BRASSAC, N. M.; NORA, A. D.; CALMON, A, T. G. P.; RIBEIRO, L. H. L.; KISHI, R. T. A utilização de indicadores como ferramenta para o enquadramento de corpos de água estudo de caso: bacia hidrográfica do Alto Iguaçu. In: SIMPÓSIO BRASILEIRO DE RECURSOS HÍDRICOS, 17, São Paulo, SP, 25-29 de novembro de 2007. Anais... Associação Brasileira de Recursos Hídricos/ABRH, p. 1-19.

CARVALHO, J. R. M.; CURI, W. W. F; CARVALHO, E. K. M. A.; CURI, R. C. Proposta e validação de indicadores hidroambientais para bacias hidrográficas: estudo de caso na sub-bacia do alto curso do Rio Paraíba, PB. Revista Sociedade e Natureza, v. 23, n. 2, p. 295-310, 2011.

CASARIL, C. C.; CROCETTI, Z. S. Ocupação territorial e dinâmica atual da rede urbana do Paraná/Brasil. Cadernos do Núcleo de Análises Urbanas, v.9, n. 1, p. 10-43, 2016.

CHRISTOFOLETTI, A. Modelagem de sistemas ambientais. São Paulo: Edgar Blücher, 1998. 236p.

COUTINHO, M. V.; CORTE, A. P. D.; SANQUETTA. C. R.; HENTZ, A. M. K.; EISFELD, R. L. NASCIMENTO, F. A. F. Mapeamento das áreas plantadas com Eucapytus spp. no estado do Paraná. Biofix Scientific Journal, v. 2, n. 1, p. 32-43, 2017.

DETÓFANO, D.; TEIXEIRA, M. L.; OLIVEIRA, L. F. S.; FUENTEFRIA, A. M. Evaluation of toxicity risks in farmers exposed to pesticides in an agricultural community in Concórdia, Santa Catarina State, Brazil. Acta Scientiarum, v. 35, n. 1, p. 1-8. 2013.

DOUBRAWA, B. Dinâmica da cobertura florestal e dos estoques de carbono na bacia hidrográfica do rio: 2000 a 2010. 2013. 97f Dissertação (Mestrado em Engenharia Florestal), Universidade Federal do Paraná/UFPR, Curitiba, 2013.

EISFELD, R. L.; NASCIMENTO, F. A. F. Mapeamento dos plantios florestais do Estado do Paraná: Pinus e Eucalyptus. Curitiba: Instituto de Florestas do Paraná, 2015. 76p.

FERREIRA, E. S.; LIRA, W. S.; CÂNDIDO, G. A. Sustentabilidade no setor de mineração: uma apli¬cação do Modelo Pressão-Estado-Impacto-Resposta. Engenharia Ambiental - Espírito Santo do Pinhal, v. 7, n. 3, p. 74-91, 2010.

FERREIRA, M. M.; REIS; J. A. T.; MANDONÇA, A. S. F. Estimativas de vazões máximas para cursos d’água da bacia hidrográfica do rio Itapemirim. Revista Ciências Exatas Aplicadas e Tecnológicas, v. 7, n. 1, p. 67-78, 2015.

FREITAS, M. W. D.; CARVALHO, V. C. Uso de geotecnologias para o mapeamento integrado de paisagens no sertão pernambucano. Geografia, v. 34, n. 3, p. 537-558, 2009.

FUNDAÇÃO SOS MATA ATLÂNTICA. Instituto nacional de pesquisas espaciais (INPE). Atlas dos remanescentes florestais da Mata Atlântica: período 2014-2015, relatório técnico. São Paulo: SOSMA, 2016. 63p.

GARCIAS, C. M.; SANCHES, A. M. Vulnerabilidades socioambientais e as disponibilidades hídricas urbanas: levantamento teórico-conceitual e análise aplicada à região metropolitana de Curitiba - PR. Revista de Pesquisa em Arquitetura e Urbanismo, v. 10, n. 2, p. 96-149, 2009.

GARDIMAN JUNIOR, B. S.; GARCIA, G. O.; CECÍLIO, R. A.; LOOS, R. A.; MAFIA, R. G.; ABAD, J. I. M.; SIMÃO, J. B. P.; BARBOSA, V. H. B. Variáveis-chave para determinação da qualidade da água em microbacias com plantios de eucalipto. Ciência Florestal, v. 28, n. 1, p. 127-140, 2018.

HAURESKO, C.; CORREIA, R. L.; GOMES, M.F.V.B. A relação entre a conservação ambiental da floresta com araucárias e os sistemas faxinais no Paraná. Revista Pegada, v. 18, n. 1. p. 131-151, 2017.

HENTZ, A. M. K.; CORTE, A. P. D.; BLUM, C. T.; SANQUETTA, C. R. Técnicas orientadas ao objeto para levantamento da fragmentação florestal na sub-Bacia Alto Iguaçu, Paraná. Geociências, v. 34, n. 4, p. 883-896, 2015.

HODJA, A.; VODONIS, B. Comitê do Alto Iguaçu e afluentes do Alto Ribeira: uma proposta do “subcomitê da bacia do rio Belém”. Revista Meio Ambiente e Sustentabilidade, v. 6, n. 3, p. 330-343, 2014.

IBGE. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Censo Agropecuário 2017. Disponível em: https://censos.ibge.gov.br/agro/2017. Acesso em: 06 de jun. 2019.

IBGE. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Censo demográfico de 2010. Disponível em: http://www.ibge.gov.br. Acesso em: 19 de nov. 2018.

IDE, A. H.; CARDOSO, F. D.; SANTOS, M. M.; KRAMER, F. D.; AZEVEDO, J. C. R.; MIZUKAWA, A. Utilização da Cafeína como Indicador de Contaminação por Esgotos Domésticos na Bacia do Alto Iguaçu. Revista Brasileira de Recursos Hídricos, v. 18, n. 2, p. 201‐211, 2013.

INDÚSTRIA BRASILEIRA DE ÁRVORES-IBÁ. Relatório anual 2017. São Paulo, 2017. 80p.

INSTITUTO AMBIENTAL DO PARANÁ. Lista Oficial de Espécies da Flora Ameaçadas de Extinção no Paraná, (2008). Disponível em: http://www.iap.pr.gov.br/arquivos/File/Atividades/POP5_LISTA_OFICIAL_ESPECIES_EXTINCAO.pdf. Acesso em: 05 de nov. 2018.

INSTITUTO DE ÁGUAS DO PARANÁ. Comitês da bacia hidrográfica do Alto Iguaçu. Disponível em: http://www.aguasparana.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=204.Acesso em: 02 de nov. 2018.

KNAPIK, H. G. Reflexões sobre monitoramento, modelagem e calibração na gestão de recursos hídricos: estudo de caso da qualidade da água da bacia do Alto Iguaçu. 2009. 180f. Dissertação (Mestrado em Recursos Hídrico e Ambiental), Universidade Federal do Paraná/UFPR, Curitiba, 2009.

KNAPIK, P.; MARANHO, L. T. Avaliação da Revegetação em Área de Mineração, Região de Inundação do Rio Iguaçu, Araucária, PR. Revista Brasileira de Biociências, v. 5, n. l. 1, p. 507-509, 2007.

LEITE, M. C.; CANDIOTTO, L. Z. P. Elementos do Processo de Desflorestamento na Região Sudoeste do Paraná. Geografia (Londrina), v. 24, n.2, p. 41-58, 2015.

LIMA, A. R.; CAPOBIANCO, J. P. R. Mata Atlântica: avanços legais e institucionais para sua conservação. Documentos do Instituto Socioambiental (ISA), nº 04, 1997, 11p.

LINDNER, A.; KISHI, R. T.; CENTENO, J A S.; FUCHS, S. Estudo da relação entre o uso do solo e a qualidade da água na bacia do Alto Iguaçu através de regressão e ACP. In: SIMPÓSIO BRASILEIRO DE RECURSOS HÍDRICOS, 21, Brasília, DF, 22-27 de novembro de 2015. Anais... Associação Brasileira de Recursos Hídricos/ABRH, p. 1-8.

LOPES, C. V. A.; ALBUQUERQUE, G. S. Agrotóxicos e seus impactos na saúde humana e ambiental: uma revisão sistemática. Saúde Debate, v. 42, n. 117, p. 518-534, 2018.

MAPBIOMAS. Projeto de Mapeamento Anual da Cobertura e Uso do Solo do Brasil. Disponível em: http://mapbiomas.org/pages/atbd. Acesso em: 01 de abr. de 2019.

MARTINS, A. P. M.; DEBASTIANI, A. B.; GAIAD, N. P.; CORTE, A. P. D.; SANQUETTA, C. R. Potenciais corredores ecológicos entre as unidades de conservação da região leste da Bacia do Alto Iguaçu - Paraná. Nativa, v. 5, n. 4, p. 267-273, 2017.

MENDONÇA, F. Riscos, vulnerabilidade e abordagem socioambiental urbana: uma reflexão a partir da RMC e de Curitiba. Desenvolvimento e Meio Ambiente, v. 1, n. 10, p. 139-148, 2004.

MIGUEL, E. S. Uso de agrotóxicos na produção de alimentos e condições de saúde e nutrição de agricultores familiares. 2018, 142f. Dissertação. (Mestrado em Agroecologia), Universidade Federal de Viçosa/UFV, Viçosa, MG, 2018.

MIRANDA-FILHO, A. L.; KOIFMAN, R. J.; KOIFMAN, S.; MONTEIRO, G. T.Brain cancer mortality in an agricultural and a metropolitan region of Rio de Janeiro, Brazil: a popu lation-based, age-period-cohort study, 1996-2010. BMC Cancer, v. 6, n. 14, p.777-780, 2014.

MORIN, E. O método I: a natureza da natureza. Porto Alegre: Chicago University Press, 2002. 479p.

OECD. Core set of indicators for environmental performance reviews: a synthesis report by the Group on the State of the Environment. Paris, 1993. 39p.

OLIVEIRA, J. L. S.; LIMA, A. C. B.; MININI, D.; SILVA, E. Usos, efeitos e potencial tóxico dos agrotóxicos na qualidade do solo. Agrarian Academy, v. 5, n. 9; p. 454-467, 2018.

PARANÁ (ESTADO). Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social-IPARDES. Indicadores de desenvolvimento sustentável por bacias hidrográficas do estado do Paraná. Curitiba: Secretaria do Estado do Planejamento e Coordenação Geral-SEPL, 2017. 142p.

PARANÁ (ESTADO). Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social-IPARDES. Indicadores de desenvolvimento sustentável por bacias hidrográficas do estado do Paraná. Curitiba: Secretaria do Estado do Planejamento e Coordenação Geral-SEPL, 2013. 245p.

PARANÁ (ESTADO). Secretaria Estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (SEMA). Plano das Bacias do Alto Iguaçu e Afluentes do Alto Ribeira, 2007. Disponível em: http://www.recursoshidricos.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=47. Acesso em: 02 de nov. 2018.

PARANÁ (ESTADO). Secretaria Estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (SEMA). Plano das Bacias do Alto Iguaçu e Afluentes do Alto Ribeira, 2014. Disponível em: http://www.aguasparana.pr.gov.br/arquivos/File/COALIAR/Comite/plano_de_bacia/PBAI_Produto_11_Relatorio_tecnico.pdf. Acesso em: 06 de jun. 2019.

PARANÁ (ESTADO). Secretaria Estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (SEMA). Resolução nº 005 de 19 de Fevereiro de 2001. Licenciamento ambiental de atividades minerárias. Disponível em: http://www.iap.pr.gov.br/arquivos/File/Legislacao_ambiental/Legislacao_estadual/RESOLUCOES/Resolucao_005_02_2001.pdf. Acesso em: 02 de nov. 2018.

PARANÁ. Agência Nacional de Mineração (ANM). Informe Mineral 03/2018. Disponível em: http://www.itcg.pr.gov.br/arquivos/File/INFORMEMINERAL03.pdf. Acesso em: 04 de maio de 2019.

PARANÁ. Secretaria da Agricultura e Abastecimento (SEAB); Departamento de Economia Rural (DERAL). Valor bruto da produção agropecuária (VBP). 2016. Disponível em: . Acesso em: 03 de nov. 2018.

PEREZ-CASSARINO, J.; FERREIRA, A. D. D.; MAYER, P. H. Agricultura, campesinato e sistemas agroalimentares: uma proposta de abordagem para a transição agroecológica. Revista Cronos, v. 14, n. 2, p. 129-152, 2013.

PETERSEN, P. Um novo grito contra o silêncio. In: CARNEIRO, F. C.; RIGOTTO, R. M.; AUGUSTO, L. G. S.; FRIEDRICH, K.; BÚRIGO, A. C. Dossiê da ABRASCO: um alerta sobre os impactos dos agrotóxicos na saúde. Rio de Janeiro: Expressão Popular, 2015. p. 27-36.

PLOEG, J. D. A. D. Sete teses sobre a agricultura camponesa. In: PETERSEN, P. (org.) Agricultura familiar camponesa na construção do futuro. Rio de Janeiro: AS-PTA, 2009. 17-31p.

PORTO, M. F. A.; PORTO, R. L. L. Gestão de bacias hidrográficas. Estudos Avançados, v. 22, n. 63, p. 43-60, 2008.

PRIGOGINE, I.; STENGERS, I. A nova aliança: metamorfose da ciência. Brasília: Ed. UnB, 1991. 247p.

RIBASKI, N. G. Conhecendo o setor florestal e perspectivas para o futuro. Brazilian Journal of Animal and Environmental Research, v. 1, n. 1, p. 44-58, 2018.

SALINERO, E. C. Teledetcción ambiental: la observación de la Tierra desde el Espacio. Barcelona: Editorial Ariel, 2002. 586p.

SANTOS, R. F. Planejamento Ambiental: teoria e prática. São Paulo: Oficina de Textos, 2004. 185p.

SBS. Sociedade Brasileira de Silvicultura. Fatos e Números do Brasil Florestal, 2008. Disponível em: www.sbs.org.br. Acesso em: 08 de abr. 2019.

SILVA, J. M. C.; PINTO, L. P.; HIROTA, M.; BEDÊ, L. C.; TABARELLI, M. Conservação da Mata Atlântica brasileira - um balanço dos últimos dez anos. In: CABRAL, D.C.; BUSTAMANT, E. A. G. (orgs.). Metamorfoses florestais: Culturas, ecologias e as transformações históricas da Mata Atlântica. Curitiba: Editora Prismas, 2016. p. 435-458.

SOARES-FILHO, B. F. S. Modelagem da dinâmica de paisagem de uma região de fronteira de colonização amazônica. 1998. 299f. Tese (Doutorado em Engenharia), Universidade de São Paulo/USP, São Paulo, 1998.

TOFOLO, C.; FUENTEFRIA, A. M.; FARIAS, F. M.; MACHADO, M. M.; OLIVEIRA, L. F. S. Contributing factors for farm workers’ exposure to pesticides in the west of the state of Santa Catarina, Brazil. Acta Scientiarum, v. 36, n. 2, p. 1-7, 2014.

VAN BELLEN, H. M. Indicadores de Sustentabilidade: uma análise comparativa. 2 ed. Rio de Janeiro: FGV, 2006. 256p.

VIEIRA, M. G.; STEINKE, G.; ARIAS, J. L. O.; PRIMEL, E. G.; CABRERA, L. C. Avaliação da Contaminação por Agrotóxicos em Mananciais de Municípios da Região Sudoeste do Paraná. Revista Virtual Química, v. 9, n. 5, p. 1-13, 2017.

VIERO, C. M.; CAMPONOGARA, S.; CEZAR-VAZ, M. R.; COSTA, V. Z. V.; BECK, C. L. C. Sociedade de risco: o uso dos agrotóxicos e implicações na saúde do trabalhador rural. Escola Anna Nery, v. 20, n. 1, p. 99-105, 2016.




DOI: http://dx.doi.org/10.5380/raega.v50i0.67472

Direitos autorais 2021 Raega - O Espaço Geográfico em Análise

_____________________________________________

ISSN (IMPRESSO) 1516-4136 até 2008

ISSN (ELETRÔNICO) 2177-2738 a partir de 2009