Serpente, sonho e símbolo: o exercício de amplificação simbólica em psicologia analítica
DOI:
https://doi.org/10.5380/riep.v29i3.97133Palavras-chave:
Sonhos, Amplificação simbólica, Psicologia analítica, Serpente.Resumo
Nos sonhos, o símbolo é o principal veículo de expressão do inconsciente, dada sua natureza misteriosa e imagética. Pesquisar no campo do inconsciente e dos sonhos é uma tarefa desafiadora, porém de extrema importância para a prática da psicologia junguiana. Neste trabalho, elegeu-se a serpente como símbolo de análise, buscando compreender os sentidos atribuídos à serpente nos sonhos e suas possíveis contribuições para a prática em psicologia, também em um movimento de busca pela legitimação da pesquisa nesta área. A apreensão do símbolo foi feita através de livros, artigos e páginas de websites, sob o prisma de oito relatos de sonhos com serpentes. A compreensão das imagens foi feita a partir do método junguiano de amplificação simbólica, sistematizado por Eloisa Penna. Concluiu-se que a serpente é experimentada pela humanidade por meio de diferentes emoções, como o nojo, o medo, a serenidade, a raiva, que provocam, no sonhador, um contato com forças do inconsciente que o impelem a viver em profundidade, em um diálogo entre inconsciente e consciente, próprios do processo de individuação proposto por Jung.
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