Qualidade de vida e fatores psicossociais dos cuidadores informais de idosos
DOI:
https://doi.org/10.5380/riep.v30i1.96666Palabras clave:
Qualidade de vida, Fatores psicossociais, Cuidadores, Cuidado do IdosoResumen
O crescimento global da população idosa exige a presença de um agente fundamental no desenvolvimento do cuidado: o cuidador. Este estudo tem como objetivo avaliar a qualidade de vida dos cuidadores de idosos acamados com doenças crônicas, utilizando como variáveis independentes características sociodemográficas e psicossociais, como sobrecarga, ansiedade, depressão e estresse. Trata-se de uma pesquisa quantitativa, de natureza exploratória, correlacional e de caráter transversal, realizada em Sobral/CE, com a participação de 50 cuidadores, predominantemente do sexo feminino, a idade dos respondentes variou entre 23 e 81 anos (M =52,18; DP = 13,56). Observou-se uma maior prevalência de ansiedade, depressão e estresse entre as mulheres cuidadoras em comparação aos cuidadores do sexo masculino. Cuidadores remunerados e que não coabitam com o idoso apresentaram menores índices de estresse e depressão, respectivamente. A redução na qualidade de vida entre os cuidadores esteve associada à idade mais avançada. Além disso, cuidadores que dedicam mais horas ao cuidado diário, sem práticas de lazer e atividade física, apresentaram escores mais baixos de qualidade de vida. O estudo mapeou o perfil do cuidador de idosos e reconheceu variáveis sociais e psicológicas que se associam à qualidade de vida desse segmento populacional, tantas vezes invisível.
Citas
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