Considerações sobre o fazer do psicólogo nos processos jurídicos: O lugar da subjetividade nas varas da infância e juventude

Angela Bucciano do Rosário, Juliana Marcondes Pedrosa de Souza, Fuad Kyrillos Neto

Resumo


O principal objetivo deste estudo é refletir o trabalho do psicólogo, no que concerne à abordagem da subjetividade em processos judiciais envolvendo crianças e adolescentes. A metodologia utilizada foi a análise de conteúdo na leitura integral de três processos jurídicos selecionados pela Promotoria da Infância e Juventude de um município brasileiro de médio porte, devido à morosidade na tramitação de processos envolvendo crianças e adolescentes assistidos em serviços vinculados ao Sistema Único de Assistência Social (SUAS). Os resultados apontam que o lugar da criança e do adolescente nos processos jurídicos é marcado por uma preocupação exacerbada com a garantia de direitos, sem relação com a escuta da singularidade de cada caso, demonstrando a falta de especificidade na prática do psicólogo.


Palavras-chave


infância e juventude; direito; psicanálise; relatório psicológico

Texto completo:

PDF


DOI: http://dx.doi.org/10.5380/psi.v21i3.49191

Direitos autorais 2017 Interação em Psicologia

Licença Creative Commons
Esta obra está licenciada sob uma licença Creative Commons Atribuição - NãoComercial 4.0 Internacional.