QUANDO OS PADRINHOS POLÍTICOS SÃO FAMILIARES RELIGIOSOS: FÉ, HERANÇA E CAPITAL SIMBÓLICO NA TRAJETÓRIA POLÍTICA DE PRISCILA COSTA

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Resumo

Esse texto tem como objetivo discutir a conversão de capital familiar e religioso em capital político. Para tanto, realiza-se um estudo de caso da mobilização da identidade religiosa evangélica, por parte de pastores que são também parentes, em favor das empreitas eleitorais de Priscila Costa, vereadora da cidade de Fortaleza. Partindo do referencial teórico bourdiesiano, a partir das noções de campo e de trajetória, analisam-se como laços familiares se transformaram em mobilização política a partir da interpelação da autoridade religiosa a legitimar a empreitada eleitoral em diferentes ocasiões

Biografia do Autor

Kerolaine de Castro Oliveira, UECE

Mestra em Sociologia (UECE). Possui graduação em Pedagogia pelo Instituto de Estudos e Pesquisas do Vale do Acaraú (2019). Cursa Licenciatura em Ciências Sociais-UECE/Facedi. Desenvolve estudos nas áreas de Ciência Política e Religião, atuando principalmente nos seguintes temas: religião, representação religiosa, política e agenda moral.

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Publicado

2026-06-23

Como Citar

Freitas da Silva, E. ., & de Castro Oliveira, K. (2026). QUANDO OS PADRINHOS POLÍTICOS SÃO FAMILIARES RELIGIOSOS: FÉ, HERANÇA E CAPITAL SIMBÓLICO NA TRAJETÓRIA POLÍTICA DE PRISCILA COSTA. Revista NEP - Núcleo De Estudos Paranaenses Da UFPR, 12(01), 110–124. Recuperado de https://revistas.ufpr.br/nep/article/view/104628