Entender el reflejo, conocer al oponente.
Una lectura de la distinción idealismo – dogmatismo de Fichte y su repercusión en nuestros cuerpos.
DOI:
https://doi.org/10.5380/dp.v22i2.100721Schlagworte:
feminismo, Idealismo, patriarcado, libertad, intersubjetividad, corporalidadAbstract
Fichte en la Primera Introducción a la Doctrina de la Ciencia de 1797 distingue dos sistemas posibles de filosofía. Su filosofía idealista, fundamentada en el Yo absoluto; se opone a la filosofía dogmática cuyo fundamento es una cosa-en-sí. La diferencia es que el idealismo puede mostrar su fundamento, mientras que el dogmatismo no. Cada sistema repercute en la manera de obrar y de relacionarse.
Mi desplazamiento es reconocer al patriarcado como un sistema dogmático, porque se construye sobre un binarismo sexualizado, jerarquizado y excluyente. El patriarcado impone a los cuerpos encarnados roles de género que cosifican. Encarcela las posibilidades de las conciencias relacionadas intersubjetivamente. Oponiéndose a la deducción del cuerpo como esfera de libertad que Fichte realiza en Fundamento del Derecho Natural (1796), que demuestra el accionar libre que las personas pueden realizar en el mundo. Propongo recuperar el espíritu idealista para reflexionar sobre las violencias y las posibilidades emancipatorias.
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