Violência processual

o protocolo de julgamento com perspectiva de gênero como mecanismo de enfrentamento

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5380/cejur.v4i1.100253

Resumo

Em que pese o avanço dos mecanismos de enfrentamento à violência contra a mulher, a eficácia destes dependente, majoritariamente, a quem cabe a sua aplicação e interpretação: o Poder judiciário. Desta forma, como reagir quando aquele que deveria nos proteger é capaz de permitir e cometer violações tão perversas? Nesse contexto, a ideia proposta objetiva compreender o que caracteriza a violência processual de gênero e os mecanismos disponíveis necessários para coibir influências e comportamentos processuais derivados de estereótipos e discriminações estruturais. Esta pesquisa utilizou-se da análise e interpretação de conteúdo já desenvolvido e publicado na doutrina, legislação, documentos, artigos científicos, teses, jurisprudência e nos entendimentos proferidos em casos que abordam a problemática exposta. Assim, a pesquisa busca a compreensão e especificação da temática apresentada, focando nas hipóteses e aprimorando informações obtidas. Da análise da legislação, resoluções e casos citados, conclui-se que a introdução de institutos para enfrentamento da violência processual de gênero e de uma agenda que paute a perspectiva de gênero no judiciário brasileiro é uma das esperanças para o combate das violações contra as mulheres.

Biografia do Autor

Scarlett dos Santos, Universidade Federal do Paraná

Mestranda em Direito pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), com foco em Processo Civil. Pós-graduada em Direito Civil pela FMP/RS. Bacharela em Direito pela UFPR. Diretora Financeira Adjunta do Instituto Brasileiro de Direito Regulatório (IBDRE). Advogada inscrita na OAB/PR.

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Publicado

2026-07-30

Como Citar

Perera Batista, N., & dos Santos , S. W. (2026). Violência processual: o protocolo de julgamento com perspectiva de gênero como mecanismo de enfrentamento. Revista Eletrônica Do CEJUR, 4(1). https://doi.org/10.5380/cejur.v4i1.100253