De empleados a dueños. Cultura, experiencia(s) y relaciones de alteridad en el proceso de toma y recuperación de una fábrica

Carina Balladares

Resumo


No contexto da desestruturação social que atingiu a Argentina entre finais do século XX o início do século atual, trabalhadores de diversas empresas em crise, cuja situação laboral vinha sofrendo um processo intenso de precarização durante a década de 1990, articularam estratégias de autogestão. O fenômeno da tomada e da autogestão de empresas ocorreu diante de situações de demissões em massa, de abandono, fechamento ou falência de unidades produtivas, e converteu-se em uma das expressões sociais mais notáveis do novo milênio. No entanto, ainda que a pesquisa desse fenômeno seja significativa, até o momento não se respondeu satisfatoriamente à seguinte questão: como se constrói a idéia de que tomar e autogerir uma fábrica é uma alternativa para trabalhadores que durante anos trabalharam sob o comando de um patrão? Neste trabalho, trataremos desta questão a partir do estudo etnográfico da “cultura fabril” e das experiências de um grupo específico de operários que gerenciam uma fábrica.


Palavras-chave


‘cultura fabril’; experiência(s); fábrica tomada.

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DOI: http://dx.doi.org/10.5380/cam.v12i1.28561

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