‘Escola em Quarentena’: um projeto de registro antropológico de memórias educacionais durante a pandemia da Covid-19
DOI:
https://doi.org/10.5380/atoz.v9i2.76279Palabras clave:
Covid-19, Pandemia, Educação remota, Memória educacional, Aprendizado social, Ciência abertaResumen
Introdução: O paper realiza um relato de experiência acerca do projeto “Escola em quarentena: um registro antropológico de memórias educacionais”, originado em abril de 2020 e hospedado em uma plataforma virtual. A iniciativa tem por intuito fomentar o aprendizado social, a gestão do conhecimento, bem como a ciência aberta e cidadã durante o período de ensino remoto emergencial no Brasil, diante da pandemia da Covid-19. Método: O projeto operacionaliza-se pautado por uma inspiração etnográfica, que advém de suas origens calcadas na Antropologia da Educação enquanto subcampo disciplinar. Resultados: A iniciativa alcançou a marca de quinhentos participantes e já gerou mais de uma centena de conteúdos compartilhados. Além disso, vem alcançando repercussões na mídia. Conclusão: A expectativa é que o projeto seja continuado enquanto se estender a educação remota emergencial. Para além disso, no futuro, espera-se que as fronteiras virtuais sejam ultrapassadas, no intuito de democratizar o conhecimento acumulado sob outros formatos.
Citas
Bazzo, J. (2020a, abril 22). Escola em quarentena: novos desafios, velhos dilemas [Blog]. Recuperado de https://confinaria.hypotheses.org/744
Bazzo, J. (2020b, maio 10). Não tenho filhos. Posso ser aliada da maternidade? Catarinas. Recuperado de https://catarinas.info/nao-tenho-filhos-posso-ser-aliada-da-maternidade/
Bazzo, J. (2020c, julho 06). O amanhã no “chão da escola”: lidando com afetos. Le Monde Diplomatique Brasil. Recuperado de https://diplomatique.org.br/o-amanha-no-chao-da-escola-lidando-com-afetos/
Bazzo, J. (2020d, outubro 16). Escola em quarentena: um registro antropológico de memórias educacionais. VII Cirkula do PPGA/UFPE - O fazer antropológico em tempos de pandemia. Recuperado de https://youtu.be/2oDdPCnycyA?list=PLobe-LHB675-rntnjUaTuKaRzNBY07e3U
Bazzo, J., Schmiguel, K., & Suarez, M. L. (2020, maio 29). Projeto Escola em Quarentena [Facebook]. Recuperado de https://m.facebook.com/watch/?v=2810026785786509&_rdr
Crenshaw, K. (2002). Documento para o encontro de especialistas em aspectos da discriminação racial relativos ao gênero. Revista Estudos Feministas, 10(1), 171-188.
Gajanigo, P., & Souza, R. (2020). Registros do cotidiano durante a pandemia de Covid-19: um relato de pesquisa. Planície Científica, 2(1), 10-22.
Miller, D. (2020, maio 23). Notas sobre a pandemia: como conduzir uma etnografia durante o isolamento social [Blog]. (Balsa, C., & Bazzo, J., Trad.). Recuperado de https://blogdolabemus.com/2020/05/23/notas-sobre-a-pandemia-como-conduzir-uma-etnografia-durante-o-isolamento-social-por-daniel-miller/
Parreiras, C., & Macedo, R. M. (2020). Desigualdades digitais e educação: breves inquietações pandêmicas. Boletim Cientistas Sociais, 36. Recuperado de http://www.anpocs.com/index.php/publicacoes-sp-2056165036/boletim-cientistas-sociais/2350-boletim-n-36-cientistas-sociais-e-o-coronavirus
Pollak, M. (1989). Memória, esquecimento e silêncio. Estudos Históricos, 2(3), 3- 15.
Souza, J. (Org.). (2009). Ralé brasileira: quem é e como vive. Belo Horizonte: Editora da UFMG.
Spyer, J. (2017). Social media in emergent Brazil. Londres: UCLPress,
WORLD HEALTH ORGANIZATION. (2020, outubro 19). Global research on coronavirus disease (Covid-19). Recuperado de https://www.who.int/emergencies/diseases/novel-coronavirus-2019/global-research-on-novel-coronavirus-2019-ncov
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
La revista AtoZ es una revista científica de acceso abierto y los derechos de autor de artículos y entrevistas pertenecen a sus respectivos autores/encuestados. Los autores otorgan a la AtoZ el direito de incluir el material publicado (revisado por pares/pos-print) en em sistemas/herramientas de indización, agregadores o curadores.
Los autores tienen permiso y se les anima a depositar sus artículos en sus páginas personales, depósitos y/o portales institucionales anteriormente (pre-print) y posteriormente (post-print) a la publicación en esa Revista. Se pide, si possible, que se apunte la referencia bibliográfica del artículo (incluyendose la URL) en base a la AtoZ.
La AtoZ es sello verde por Diadorim/IBICT.
Todo el contenido de la revista (incluyendo las instrucciones, modelos y política editorial) a menos que se indique otra cosa, están bajo una Licencia de Atribución de Bienes Comunes Creativos (CC) 4.0 Internacional.
Cuando los artículos son publicados por esta revista, se pueden compartir (copiar y redistribuir el material en cualquier soporte o formato para cualquier propósito, incluso comercial) y adaptar (remezclar, transformar y crear a partir del material para cualquier propósito, incluso si es comercial). Debe dar el crédito correspondiente, proporcionar un enlace a la licencia e indicar si se realizaron cambios.
La AtoZ no cobra cualquier tasas por la sumisión y/o procesamiento y/o la publicación de artículos.
























