Digital preservation in Brazil
building a bibliometric historiography from scientific production
DOI:
https://doi.org/10.5380/atoz.v14.99934Keywords:
Thematic trajectory, Brazilian scientific production, Bibliometric historiography, Digital preservation, Digital informationAbstract
Introduction: Digital preservation is essential to ensure the integrity, accessibility, and authenticity of information, especially in the face of challenges such as technological obsolescence and the degradation of physical media. In this context, academic research has emerged as a crucial tool for protecting digital cultural heritage. This article aims to analyze the bibliometric historiography of scientific production on digital preservation in Brazil. Method: A descriptive and bibliographic approach was adopted, applying historiographic and bibliometric techniques based on data indexed in the Web of Science, Scopus, and Brapci platforms, using a corpus of 457 articles. Results: The data indicate a continuous growth in scientific production, with significant peaks in the years 2012, 2016, and 2020. A shift is observed from predominantly technical approaches to topics related to knowledge management and public policy development. Conclusion: The bibliometric historiographic analysis highlights the consolidation of research on digital preservation in Brazil, signaling a growing thematic maturity in the field.
References
Arellano, M. A. (2004). Preservação de documentos digitais. Ciência da Informação, 33(2), 15-27. https://www.scielo.br/j/ci/a/FLfgJvpH3PZKf3HbpKYchZr/?format=pdf&lang=pt.
Boeres, S. A. de A. (2004). Política de preservação da informação digital em bibliotecas universitárias brasileiras [Dissertação de mestrado, Universidade de Brasília]. Repositório Institucional da UNB. https://repositorio.unb.br/bitstream/10482/1693/1/Dissertacao_Sonia.pdf.
Borbinha, J., Henriques, C., Lopes, B., & Sequeira, J. D. F. (2002). Manifesto para a preservação digital. Cadernos BAD, (2). https://doi.org/10.48798/cadernosbad.867
Carvalho, A. V. (2020). Curadoria de conteúdo: entre os desafios e as perspectivas da gestão da informação digital. In A. V. Carvalho & P. A. Barbosa Neto (Orgs.), Desafios e perspectivas em gestão da informação e do conhecimento (pp. 175-223). EDUFRN. Recuperado de https://repositorio.ufrn.br/server/api/core/bitstreams/b255112e-a934-4d74-b6c6-754c3f196fdb/content
Cassares, N. C. (2000). Como fazer conservação preventiva em arquivos e bibliotecas. Arquivo Público do Estado e Imprensa Oficial. Recuperado de https://www.arqsp.org.br/arquivos/oficinas_colecao_como_fazer/cf5.pdf
Claro, M., & Castro-Grau, C. (2023). O papel das tecnologias digitais na aprendizagem do século XXI. Fórum Regional de Política Educacional: Vol. 7. Unesco. Recuperado de https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000386981_por
Conselho Nacional de Arquivos. (2020a). Identidade. In Glossário: documentos arquivísticos digitais (8. ed.). Câmara Técnica de Documentos Eletrônicos do Conselho Nacional de Arquivos. Recuperado de https://www.gov.br/conarq/pt-br/assuntos/camaras-tecnicas-setoriais-inativas/camara-tecnica-de-documentos-eletronicos-ctde/glosctde_2020_08_07.pdf
Conselho Nacional de Arquivos. (2020b). Integridade. In Glossário: documentos arquivísticos digitais (8. ed.). Câmara Técnica de Documentos Eletrônicos do Conselho Nacional de Arquivos. Recuperado de https://www.gov.br/conarq/pt-br/assuntos/camaras-tecnicas-setoriais-inativas/camara-tecnica-de-documentos-eletronicos-ctde/glosctde_2020_08_07.pdf
Conselho Nacional de Arquivos. (2012). Resolução nº 37, de 19 de dezembro de 2012: Aprova as Diretrizes para a Presunção de Autenticidade de Documentos Arquivísticos Digitais. Diário Oficial da União, seção 1, n. 249, p. 152-153. https://www.gov.br/conarq/pt-br/legislacao-arquivistica/resolucoes-do-conarq/resolucao-no-37-de-19-de-dezembro-de-2012
Cordeiro, L. S., Parga, M. de F. A. S., Barbosa, N. dos S., & Menezes, S. C. F. (2016). Preservação digital e a biblioteconomia. Revista Bibliomar, 15(esp.), 36-49. https://periodicoseletronicos.ufma.br/index.php/bibliomar/article/view/9823/5776
Decreto nº 8.638, de 15 de janeiro de 2016. (2016). Institui a Política de Governança Digital no âmbito dos órgãos e das entidades da administração pública federal direta, autárquica e fundacional. Presidência da República. Recuperado de https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2016/decreto/d8638.htm
Ferreira, M. (2006). Introdução à preservação digital: conceitos, estratégias e actuais consensos. Escola de Engenharia da Universidade do Minho. Recuperado de https://repositorium.uminho.pt/bitstream/1822/5820/1/livro.pdf
Formenton, D., Castro, F. F. de, Gracioso, L. de S., Furnival, A. C. M., & Simões, M. da G. de M. (2017). Los estándares de metadatos como recursos tecnológicos para la garantía de la preservación digital. Biblios, (68), 82-95. https://doi.org/10.5195/biblios.2017.414
Formenton, D., & Gracioso, L. de S. (2020). Preservação digital: desafios, requisitos, estratégias e produção científica. RDBCI: Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação, 18, e020012. https://doi.org/10.20396/rdbci.v018i0.8658868
Gladney, H. M. (2009). Long-term preservation of digital records: trustworthy digital objects. The American Archivist, 72(2), 401-435. https://doi.org/10.17723/aarc.72.2.g513766100731832
Grácio, J. C. A. (2012). Preservação digital na gestão da informação: um modelo processual para as instituições de ensino superior. Cultura Acadêmica. Recuperado de https://repositorio.unesp.br/server/api/core/bitstreams/c38a6f96-1eab-4731-8e88-9c0f04a51094/content
Heredia Herrera, A. (1987). Archivística general: teoría y práctica (2a ed.). Diputación Provincial. Recuperado de https://www.anabad.org/wp-content/uploads/2024/04/1987_1-Archivistica-general-teoria-y-practica-2a-edicion.pdf
Holanda, A. P. de. (2019). Recomendações para elaboração de política de preservação digital. Arquivo Nacional. Recuperado de https://www.gov.br/arquivonacional/pt-br/servicos/gestao-de-documentos/orientacao-tecnica-1/recomendacoes-tecnicas-1/politica_presercacao_digital.pdf
Innarelli, H. C. (2011). Preservação digital: a influência da gestão dos documentos digitais na preservação da informação e da cultura. Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação, 9(1), 72-87. Recuperado de https://doi.org/10.20396/rdbci.v8i2.1934
Lee, K.-H., Slattery, O. T., Lu, R., Tang, X., & McCrary, V. (2002). The state of the art and practice in digital preservation. Journal of Research of the National Institute of Standards and Technology, 107(1), 93-106. https://doi.org/10.6028/jres.107.010
Lei nº 12.682, de 9 de julho de 2012. (2012). Dispõe sobre a elaboração e o arquivamento de documentos em meios eletromagnéticos. Presidência da República. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/Lei/L12682.htm
Lira, J., & Siebra, A. S. de. (2021). Preservação digital: revisitando o essencial. In S. de A. Siebra & V. R. Borba (Orgs.), Preservação digital e suas facetas (pp. 31-83). Pedro & João. Recuperado de https://www.ufpe.br/documents/39626/3547884/Ebook_Preservac%C2%B8a~o_Digital_e_suas_Facetas_2021.pdf/128192be-71fe-4b9b-b685-28fbee9d928d
Machado, B. P. (2015). A importância do diagnóstico de conservação para nortear as ações de preservação em arquivos, bibliotecas e museus [Monografia de graduação, Universidade de Brasília]. Repositório Institucional da UNB. Recuperado de https://bdm.unb.br/bitstream/10483/11204/1/2015_BrunaPereiraMachado.pdf
Marcondes, C. H., Kuramoto, H., Toutain, L. B., & Sayão, L. F. (Orgs.). (2005). Bibliotecas digitais: saberes e práticas. EDUFBA, IBICT. https://livroaberto.ibict.br/bitstream/123456789/1013/1/Bibliotecas%20Digitais.pdf
Porter, A. L., & Cunningham, S. W. (2004). Tech mining: exploiting new technologies for competitive advantage. John Wiley & Sons. Recuperado de http://repo.darmajaya.ac.id/4054/1/Alan%20L.%20Porter%2C%20Scott%20W.%20Cunningham%20-/%20Tech%20Mining_%20Technology%20Management%20through%20Information%20Mining-Wiley-Interscience%20%282004%29.pdf
Resolução nº 4.474, de 31 de março de 2016. (2016a). Dispõe sobre a digitalização e a gestão de documentos digitalizados relativos às operações e às transações realizadas pelas instituições financeiras [...]. CONARQ. Recuperado de https://www.gov.br/conarq/pt-br/legislacao-arquivistica/resolucoes/resolucao-no-4-474-de-31-de-marco-de-2016
Santos, H. M., & Flores, D. (2018). A obsolescência do conhecimento em preservação digital. Ciência da Informação em Revista, 5(1), 41-58. https://doi.org/10.28998/cirev.2018v5n1d
Saracevic, T. (1996). Ciência da informação: origem, evolução e relações. Perspectivas em Ciência da Informação, 1(1), 41-62. Recuperado de https://periodicos.ufmg.br/index.php/pci/article/view/22308/17916
Silveira, L., Méndez-Solano, A., & Mora-Campos, A. (Trads.). (2022). Ciência aberta na perspectiva de especialistas brasileiros: proposta de taxonomia. Encontros Bibli: Revista Eletrônica de Biblioteconomia e Ciência da Informação, 27(1), 1–31. https://brapci.inf.br/v/194199
Souza, F. C. de. (1996). Os paradigmas da biblioteconomia e suas implicações no ensino desta ciência. Encontros Bibli: Revista Eletrônica de Biblioteconomia e Ciência da Informação, (2). Recuperado de https://periodicos.ufsc.br/index.php/eb/article/view/5/8
Thomaz, K. P., & Soares, A. J. (2004). A preservação digital e o modelo de referência open archival information system (OAIS). DataGramaZero, 5(1). Recuperado de https://pt.scribd.com/document/96453309/A-preservacao-digital-e-o-modelo-de-referencia-Open-Archival-Information-System
Van Eck, N., & Waltman, L. (2010). Software survey: VOSviewer, a computer program for bibliometric mapping. Scientometrics, 84(2), 523-538. https://doi.org/10.1007/s11192-009-0146-3
Downloads
Published
How to Cite
Issue
Section
License
Copyright (c) 2026 AtoZ: novas práticas em informação e conhecimento

This work is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Atoz is a open access journal and the authors have permission and are encouraged to deposit their papers in personal web pages, institutional repositories or portals before (pre-print) or after (post-print) the publication at AtoZ. It is just asked, when and where possible, the mention, as a bibliographic reference (including the atributted URL), to the AtoZ Journal.
The authors license the AtoZ for the solely purpose of disseminate the published work (peer reviewed version/post-print) in aggregation, curation and indexing systems.
The AtoZ is a Diadorim/IBICT green academic journal.
All the journal content (including instructions, editorial policies and templates) - except where otherwise indicated - is under a Creative Commons Attribution 4.0 International, since October 2020.
When published by this journal, articles are free to share (copy and redistribute the material in any support or format for any purpose, even commercial) and adapt (remix, transform, and create from the material for any purpose , even if commercial). You must give appropriate credit , provide a link to the license, and indicate if changes were made
AtoZ does not apply any charges regarding manuscripts submission/processing and papers publication.
























