ENRAIZAMENTO ADVENTÍCIO DE ESTACAS SEMILENHOSAS DE CULTIVARES DE PESSEGUEIRO

Autores

  • Ubirajara Ribeiro MINDÊLLO NETO
  • Charles Allan TELLES
  • Luiz Antonio BIASI UFPR

DOI:

https://doi.org/10.5380/rsa.v9i4.12762

Palavras-chave:

Prunus persica, estaquia, propagação vegetativa, ácido indolbutírico, cutting, vegetative propagation, indolbutiric acid

Resumo

O presente trabalho foi realizado com o objetivo de avaliar o potencial de enraizamento de estacas semilenhosas de pessegueiros das cultivares Capdeboscq, Charme, Chimarrita, Della Nona, Eldorado, Eragil, Granada, Jubileu, Leonense, Maciel, Marfim, Ouro, Pampeano, Precocinho e Riograndense tratadas com ácido indolbutírico (AIB) na concentração de 1000 mg dm-3, com imersão rápida de 5 s. O experimento foi realizado na Embrapa - SNT Canoinhas (SC). As estacas foram  coletadas em março e preparadas com 15 cm de comprimento e diâmetro entre 4 e 6 mm, deixando-se um par de folhas cortadas ao meio na sua parte superior. O plantio das estacas foi feito em casa-de-vegetação com nebulização intermitente, em canteiros de 3 m2, contendo como substrato areia textura média, permanecendo durante 81 dias nesse ambiente. O  delineamento experimental foi o inteiramente casualizado com seis repetições e 12 estacas por parcela. As maiores porcentagens de enraizamento foram obtidas com as cultivares Marfin (90,27%), Eldorado (79,16%), Maciel (76,38%) e Leonense (69,44%). Já as cultivares Granada, Ouro, Pampeano e Riogandense apresentaram baixo potencial de enraizamento e desenvolvimento das raízes.

Downloads

Como Citar

MINDÊLLO NETO, U. R., TELLES, C. A., & BIASI, L. A. (2008). ENRAIZAMENTO ADVENTÍCIO DE ESTACAS SEMILENHOSAS DE CULTIVARES DE PESSEGUEIRO. Scientia Agraria, 9(4), 565–568. https://doi.org/10.5380/rsa.v9i4.12762

Edição

Seção

Notas Científicas