PERDAS NA COLHEITA DE MILHO EM FUNÇÃO DA ROTAÇÃO DO CILINDRO TRILHADOR E UMIDADE DOS GRÃOS
DOI:
https://doi.org/10.5380/rsa.v9i4.11709Palavras-chave:
fluxo de material, produtividade, colhedora autopropelida, matter flow, grain yield, harvesting.Resumo
No processo de colheita mecanizada ocorrem perdas devido a vários fatores, estas se não monitoradas podem comprometer a produtividade e a rentabilidade do processo produtivo. Com base nisto, conduziu-se experimento em Jaboticabal – SP durante a colheita mecanizada do milho, utilizando delineamento experimental em blocos casualizados com parcelas subdivididas. Foram avaliadas duas umidades dos grãos no momento da colheita (17,5 e 14,5%), obtidas por meio de datas distintas de colheita e três rotações do cilindro de trilha (500, 600 e 700 rpm), com quatro repetições. Estimou-se a perda de grãos ocorrida (pré-colheita, plataforma, mecanismos internos e totais), massa de matéria seca após a colheita, fluxo de alimentação da colhedora, percentagem de cobertura do solo e produtividade. Observou-se que a rotação do cilindro de trilha não influenciou nenhuma das variáveis. A perda na plataforma não foi influenciada pela umidade, ao contrario do que ocorre para as perdas nos mecanismos internos e totais que tiveram valores inferiores na menor umidade. Com relação à massa de matéria seca, o fluxo de alimentação e a percentagem de cobertura os maiores valores ocorreram quando os grãos estavam mais úmidos.
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