ENRAIZAMENTO DE ESTACAS LENHOSAS DE PESSEGUEIRO CV. MARFIM EM DIFERENTES CONCENTRAÇÕES DE ÁCIDO INDOLBUTÍRICO
DOI:
https://doi.org/10.5380/rsa.v5i1.1097Palavras-chave:
estaquia, AIB, Prunus persica (L.) Batsch, cuttings, IBAResumo
O experimento foi conduzido em câmara de nebulização da Embrapa Transferência de Tecnologia, Canoinhas, SC, e teve como objetivo avaliar o efeito do ácido indolbutírico (AIB) no enraizamento de estacas lenhosas de pessegueiro cv. Marfim. Estacas lenhosas foram tratadas com ácido indolbutírico nas concentrações de 0, 100, 500, 1.000 e 5.000 mg.L-1 e plantadas em bandejas de poliestireno expandido com 72 células, contendo como substrato areia de granulometria média, e posteriormente colocadas para enraizar. Avaliaram-se a porcentagem de estacas enraizadas, porcentagem de estacas mortas e número de raízes. As três características analisadas mostraram um efeito quadrático em relação a aumentos nos níveis de AIB. A concentração de AIB que proporcionou maior enraizamento foi 2.966 mg.L-1, com 81,92% de estacas enraizadas. Das concentrações de AIB que resultaram na menor porcentagem de estacas mortas e maior número de raízes foram 3.075 e 2.941 mg.L-1, respectivamente.
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