EFEITOS DE RESTOS CULTURAIS DE MILHO NO DESENVOLVIMENTO INICIAL DE CAFEEIROS
DOI:
https://doi.org/10.5380/rsa.v8i3.9539Palavras-chave:
alelopatia, Zea mays, Coffea arabicaResumo
A implantação da cultura de café em áreas plantadas com milho em anos anteriores tem mostrado efeitos negativos sobre o desenvolvimento das mudas transplantadas, provavelmente devido aos aleloquímicos do milho deixados no solo. Com o objetivo de identificar, em casa-de-vegetação, os efeitos que palhas de milho exercem sobre o crescimento inicial de plantas de café, foi instalado um experimento, na UFLA, Lavras – Minas Gerais. Os tratamentos foram constituídos de cultivares de café e incorporações de palhas de híbridos de milho colhidas em campo, no estádio 2, emissão do pendão. Efetuou-se a incorporação na proporção de 8 t ha-1 de palha seca, em seguida plantou-se as mudas, sendo estas avaliadas aos 7, 30, 60 e 90 dias após o plantio. O híbrido de milho GNZ 2004, quando incorporado, causou aumento de 18,76% na área foliar de plantas de café, em relação ao tratamento sem palha aos 90 DAP. O teor de clorofila e a biomassa seca do caule do cultivar de café Catucaí foram prejudicados pela palha do híbrido de milho GNZ2005, entretanto, o Topázio foi beneficiado pela palha do GNZ2004. A incorporação de palha dos híbridos GNZ2004 e P30K75 favoreceram o acúmulo de biomassa pelas raízes de plantas de café aos 90 DAP.
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