Helix, o streaming de memórias de Assassin's Creed Unity

Autores

  • Karen K. Kremer Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG)

DOI:

https://doi.org/10.5380/rv.v0i39.43766

Palavras-chave:

Games, História, Memória, Assassin’s Creed,

Resumo

Ao entender a memória como um constructo social, é imprescindível pensar seu papel e lugar na sociedade tecnológica contemporânea. À primeira vista, pode parecer anacrônico a existência de uma conexão entre história e tecnologia, mero engano. A história pode ser usada como instrumento de poder e dominação ao criar um imaginário coletivo coerente com os valores e ideais da classe dominante, ou ainda, ser usada para roubar a memória de indivíduos e usá-las contra eles. Este é o cerne do Helix, serviço de streaming de memórias integrante do game Assassin’s Creed Unity (Ubisoft, 2014), que explora os meandros da resistência à cultura dominante e, exibe a potencialidade da história em se tornar uma forma de estratégia a favor de determinadas ideologias, correspondendo a teoria certeauniana de poder.

Biografia do Autor

Karen K. Kremer, Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG)

Graduanda de Bacharelado em História na Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). Historiadora com ênfase em Cinema, Games, Educação Patrimonial e Iconografia. Cineasta, membro da International Screenwriters' Association (ISA). Fotógrafa premiada. Colunista colabora do site TecMundo Games.

Downloads

Publicado

2017-03-12

Como Citar

Kremer, K. K. (2017). Helix, o streaming de memórias de Assassin’s Creed Unity. Revista Vernáculo, (39). https://doi.org/10.5380/rv.v0i39.43766

Edição

Seção

Artigos