COMPORTAMENTO FENOLÓGICO E EFEITO DA PODA EM ALGUMAS ESPÉCIES EMPREGADAS NA ARBORIZAÇÃO DO BAIRRO CAMOBI – SANTA MARIA, RS

Flávia Gisele König Brun, Solon Jonas Longhi, Eleandro José Brun, Ângela S. Freitag, Mauro Valdir Schumacher

Resumo


Estudou-se a fenologia e influência da poda sobre 37 indivíduos (Lagerstroemia indica (08), Tabebuia chrysotricha (06), Eugenia uniflora (08), Caesalpinia peltophoroides (09) e Tipuana tipu (06)) da arborização de Santa Maria/RS, nas fenofases mudança foliar, floração e frutificação, durante 01 ano. Lagerstroemia indica apresentou desfolhamento durante 05 meses e brotação em 07, botões florais durante 06 e floração em 05. É sensível à poda, recomendando-se apenas podas leves. Tabebuia chrysotricha apresentou desfolhamento em 04 meses, brotação e folhas novas em 11 e velhas todo período, sendo fonte de inóculo da Crosta-marrom, recomendando-se poda dos ramos contaminados. A floração e frutificação apresentaram ciclo curto. A espécie aceita bem poda. Eugenia uniflora possui sua mudança foliar, floração e frutificação entre 10-12 meses, com sérias restrições à poda na frutificação. Para Caesalpinia peltophoroides, mudança foliar apresentou-se por 10-12 meses. Floração e frutificação apresentaram comportamento semelhante às de condições naturais. A poda não deve ser realizada na floração, pois reduz sua ocorrência. Na Tipuana tipu, o desfolhamento apresentou-se por 06 meses. As demais fenofases foliares ocorreram por 12. A floração apresentou-se em 02 meses, frutos novos em 05 e maduros em 03. A poda participa como indutor foliar, floral e maturação dos frutos.

Palavras-chave


fenofases, condições climáticas, espécies arbóreas

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DOI: http://dx.doi.org/10.5380/revsbau.v2i1.66238

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