Sofrimento à flor da pele: Depressão e autoestima em portadoras de vitiligo

Larissa Pires Ruiz, Maria de Jesus Dutra dos Reis

Resumo


Vitiligo é a mais frequente doença de despigmentação da pele, com incidência de até 2% na população. Embora seja considerada apenas uma condição estética, por não impactar na integridade física do portador, estudos apontam correlação dessa doença crônica com sofrimento psicológico, como quadros de ansiedade e depressão. O presente estudo utilizou instrumento online “Formulário Google” e teve como objetivo: 1) examinar a ocorrência de indicadores de morbidades psiquiátricas em pacientes com vitiligo; 2) identificar a intensidade do incômodo atribuído para a presença de manchas em diferentes regiões corporais; e, 3) correlacionar incômodo atribuído com a localização da mancha, autoestima, comorbidades psiquiátricas em geral e, em particular, com a depressão. Foram analisados 114 questionários de mulheres adultas, com idade variando de 18 a 64 anos. Os resultados mostraram que intensidades altas de incomodo foram associadas a áreas de maior exposição social; 42,8% das participantes apresentaram sinais de depressão e 18,4% alcançaram escores de baixa autoestima.
Palavras-chave: vitiligo; depressão; autoestima


Palavras-chave


Vitiligo; Depressão; Autoestima

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DOI: http://dx.doi.org/10.5380/psi.v22i1.53548

Direitos autorais 2018 Larissa Pires Ruiz, Maria de Jesus Dutra dos Reis

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