Análise dos efeitos de perguntas e de instruções sobre o comportamento não-verbal

Mariella Vasconcelos Nogueira Braga, Luiz Carlos de Albuquerque, Carla Cristina Paiva Paracampo

Resumo


Este estudo investigou, com 8 universitários, se perguntas podem controlar comportamento tal como  instruções. Utilizou-se um procedimento de escolha segundo o modelo, com três estímulos de  comparação; a tarefa consistia em apontar para cada um dos três estímulos de comparação, em  seqüência. As seqüências corretas eram reforçadas em FR6. Na Condição I, as Fases 1 (linha de base),  2, 3, 4 e 5 eram iniciadas com apresentação de instrução mínima, instrução correspondente, arranjo de  estímulos, pergunta e arranjo de estímulos, respectivamente. Na Condição II foi invertida a ordem da  apresentação da instrução correspondente e da pergunta. A instrução correspondente e a pergunta  descreviam corretamente as contingências nas fases em que eram apresentadas. As transições entre as  Fases 2, 3, 4 e 5 também eram marcadas pela mudança nas contingências. Observou-se que perguntas  que especificam o comportamento que produz reforço, tal como instruções que especificam esse  comportamento, podem estabelecer comportamentos novos e gerar insensibilidade do comportamento  a mudanças nas contingências de reforço programadas. Sugere-se que tais perguntas, assim como  instruções, podem ser classificadas como regras. Mas o controle exercido por instruções tende a  apresentar pouca variação e a ser mais persistente quando comparado com o controle exercido por  perguntas.

Palavras-chave: definição de regras; controle instrucional; controle por perguntas.


Palavras-chave


definição de regras; controle instrucional; controle por perguntas

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DOI: http://dx.doi.org/10.5380/psi.v9i1.3288

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