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O espaço redundante: O papel da paisagem na narrativa cinematográfica de ‘As Vinhas da Ira’ (1940)

Celso Fernando Claro de Oliveira

Resumo


O presente artigo apresenta discussões sobre a representação das paisagens estadunidenses no filme “As vinhas da ira” (John Ford, 1940). Valendo-me das premissas da História Social do Cinema, pretendo analisar como essas representações veiculam determinados valores e ideias a partir dos elementos que compõem a mise-en-scène fílmica e como estes mudam de acordo com o teor de cada sequência a fim de corroborar determinados apelos emocionais. Para tanto, serão levadas em consideração o papel do espaço diegético na narrativa clássica hollywoodiana, bem como, o contexto de produção do filme.


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DOI: http://dx.doi.org/10.5380/nep.v3i2.53510

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