Fora do paraíso

Jorge Coli

Resumo


Este ensaio parte da constatação facilmente percebida por qualquer historiador da arte brasileira. No seu conjunto, os artistas criaram um paraíso fictício que encobre a prática do olhar por aquilo que é possível chamar de “realidade”. Esse paraíso elege privilegiados e elimina excluídos. No século XIX, é evidente a exaltação de um índio imaginário e heroico, que esconde não apenas os massacres que ocorrem sobre os indígenas verdadeiros, bem como afasta a representação dos afro-brasileiros. O paraíso é apenas para alguns.



Palavras-chave


paraíso, colonização; representação; cultura artística

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DOI: http://dx.doi.org/10.5380/his.v69i2.80034

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