LUCRECIA MARTEL E ALBERTINA CARRI: NARRATIVAS FEMININAS SUBJETIVAS NO NUEVO CINE ARGENTINO (NCA)
DOI:
https://doi.org/10.5380/his.v67i1.63995Palavras-chave:
Lucrecia Martel, Albertina Carri, subjetividade, mulheres.Resumo
Lucrecia Martel e Albertina Carri são duas das principais diretoras do nuevo cine argentino, movimento cinematográfico de meados dos anos 1990 e início do século XXI. Nas obras das diretoras, a subjetividade é desenvolvida como uma característica que sublinha os temas privados, ligados particularmente ao olhar das mulheres sobre as relações familiares, às estruturas sociais existentes e às práticas culturais que as envolvem. Partem, portanto, do particular para uma expressão crítica, afinada e atenta daquilo que as cercam. A ênfase na subjetividade busca compreender como o ponto de vista das narrativas incide sobre a escrita da história e expressa o tempo presente. O uso inventivo da linguagem e possibilidades do audiovisual marcam a produção destas diretoras e constroem suas especificidades enquanto artistas. Em suas obras, destacam-se os temas dos conflitos, tanto aqueles referentes à violência existente no interior da família como também relativos ao trato em sociedade, instigando-nos a pensar sobre a singularidade destas como expressões contemporâneas em nossa história. Neste artigo analisarei dois filmes: Los Rubios, de Albertina Carri (2003), e La mujer sin cabeza, de Lucrecia Martel (2008).
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