A MULHER E O ETERNO FEMININO EM ROSARIO CASTELLANOS

Viviane Bagiotto Botton

Resumo


Rosario Castellanos é uma das mais eminentes e renomadas escritoras mexicanas do século XX. Com inúmeras obras premiadas e escritas em diferentes gêneros literários (ensaios, contos, romances e peças de teatro) denunciou a opressão das mulheres e a mitificação do feminino por sistemas culturais androcentricos e por sociedades patriarcais. Assumiu a bandeira feminista dos anos 70 e lutou com sua literatura e com sua força criativa contra a cultura machista de seu país, e inspirou mulheres em todo o continente americano, apesar ter ficado pouco conhecida no Brasil. No livro Mujer que sabe latín (1973) compilou suas ideias mais importantes sobre a subordinação feminina na sociedade e na peça de teatro El eterno femenino (1975) usou estas concepções como matéria para sua arte, criando de forma irônica e caricatural várias imagens da mulher mexicana a fim de denunciar o sexismo e a hipocrisia machista do país. Entre uma obra e a outra, retomamos alguns traços da força de sua literatura engajada e sua existência de luta através da palavra pela libertação da mulher e sua subordinação social. 


Palavras-chave


Rosario Castellanos, mulher, feminismo, literatura, humor.

Texto completo:

PDF


DOI: http://dx.doi.org/10.5380/his.v67i1.61402

Licença Creative Commons Os textos da revista estão licenciados com uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-CompartilhaIgual 4.0 Internacional
 
História: Questões & Debates. ISSN: 0100-6932 e e-ISSN: 2447-8261.
Uma publicação do Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal do Paraná (PPGHIS-UFPR) - com apoio da da Associação Paranaense de História (APAH)

Universidade Federal do Paraná
Rua General Carneiro, 460, 7º andar
Curitiba – Paraná – Brasil - CEP: 80060-150