A crítica da causa final em Espinosa

Luís César Oliva

Resumo


A reformulação espinosana da doutrina aristotélica da causalidade proclama o predomínio da causa eficiente e exige o abandono da doutrina de causa final. Considerada a fonte de todos os preconceitos, esta doutrina é objeto de uma crítica feroz no apêndice da primeira parte da Ética de Espinosa. Este artigo pretende expor esta crítica e mostrar como a retomada da questão no prefácio da parte IV do mesmo livro não implica nenhuma revisão da posição anterior.


Palavras-chave


Espinosa; causa final; causa eficiente; teleologia; superstição

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DOI: http://dx.doi.org/10.5380/dp.v16i3.65469

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