Memorias afrodescendientes y africanas en Argentina: algunas consideraciones teóricas

Paola Monkevicius

Resumo


Este artigo propõe repensar teoricamente algumas discussões e formas de apreensão das memórias, a partir de uma perspectiva antropológica interessada em analisar de que forma o passado é usado por grupos subalternos que se autodenominam "afros", em um contexto no qual se aprofundam as fissuras da narrativa oficial argentina e se abrem novos espaços para as “outras” memórias como fonte de visibilização e reivindicações. Portanto, propomos o objetivo de situar as memórias de afro descendentes e africanos no quadro nacional no qual atuam para delimitar e marcar as fronteiras culturais. Para isso, as memórias são enquadradas teoricamente especificando categorias e conceitos. Finalmente, reunimos as discussões apresentadas para propor uma perspectiva que contribua para o conhecimento do complexo campo dos estudos “afro” na Argentina, particularmente a respeito dos processos de invisibilização-visibilização, discriminação e pedidos de direitos e de igualdade cidadã.

Palavras-chave


Memória social; afro descendentes; história hegemônica; grupos subalternizados.



DOI: http://dx.doi.org/10.5380/campos.v13i2.36731

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