"Quem Não Quer De Novo Não Cuida": Processos de Herança entre Seringueiros de Rondônia

João Valentin Wawzyniak

Resumo


Este artigo aborda as mudanças nas formas de apropriação, gestão e transmissão desencadeadas com a criação, em 1990, da Reserva Extrativista do rio Ouro Preto, município de Guajará-Mirim, Estado de Rondônia. Tal conjuntura abriu às famílias nela residentes a possibilidade de transmissão da área florestal por elas ocupada e explorada. Assim, a colocação de seringa passa a ser um patrimônio em construção através do trabalho e do zelo, passível de ser transmitida de uma geração à outra mediante herança.


Palavras-chave


seringueiros; herança; reserva extrativista; populações tradicionais

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DOI: http://dx.doi.org/10.5380/cam.v4i0.1599

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