Directrices para la protección del conocimiento: un caso de estudio en una universidad del Estado de Paraná

Autores/as

  • Adriana Aguillera Gonçalves Universidade Tecnológica Federal do Paraná - UTFPR
  • Maria Inês Tomaél Universidade Estadual de Londrina - UEL

DOI:

https://doi.org/10.5380/atoz.v4i1.41882

Palabras clave:

Protección del conocimiento, Directrices para inventores, Propiedad intelectual, Universidad pública, Agencia de Innovación

Resumen

Introducción: La innovación derivada del conocimiento científico es posible cuando este está protegido por los instrumentos de propiedad intelectual, tales como la patente. El acto de patentear el conocimiento garantiza los derechos de los actores contra la apropiación indebida, permite el intercambio seguro, y contribuye al desarrollo tecnológico. Por lo tanto, es esencial disponer de directrices con el fin de orientar la protección de los conocimientos hacia a la innovación. Estas instrucciones deben incluir aspectos relacionados con la confidencialidad, los derechos y la participación financiera de los implicados en este proceso. Dentro de este ámbito, este estudio tiene como objetivo determinar las directrices que regulan la protección de los conocimientos en una universidad en el Estado de Paraná, lo que favorecería la aparición de innovaciones en el ámbito académico. Método: Una investigación documental se llevó a cabo en la primera etapa que permitió el análisis de las normas jurídicas que contienen los protocolos para la protección de los conocimientos en la Universidad. En la segunda etapa, se reunieron consideraciones de las actuales normas legales para la protección de los conocimientos a través de entrevistas con investigadores y gerentes de una Agencia de Innovación, que abarca cuestiones reglamentarias y la visibilidad del documento en ese ambiente. Una técnica de análisis de contenido se utilizó en el tratamiento la información recogida. Resultados: Las directrices para la protección de los conocimientos existentes en la organización se centran principalmente en la participación de inventores en ganancias financieras. Otros aspectos importantes de la propiedad intelectual, tales como la confidencialidad, la búsqueda de información tecnológica, acuerdos de confidencialidad, la normalización se refiere a la publicación, y las patentes no están incluidos en las directrices para la protección de los conocimientos de esta institución. Conclusión: Se concluye que, posiblemente, la ausencia de tales directrices colabora con la falta de conciencia de los investigadores para la protección del conocimiento y la innovación, lo que es visible en el entorno estudiado. Los investigadores también se carece de condiciones e información que caracterizan y apoyan una cultura centrada en el proceso innovador.

Biografía del autor/a

Adriana Aguillera Gonçalves, Universidade Tecnológica Federal do Paraná - UTFPR

Bacharel em Biblioteconomia - UEL. Mestre em Gestão da Informação - UEL. Assessora de Comunicação - UTFPR/Campus de Londrina.

Maria Inês Tomaél, Universidade Estadual de Londrina - UEL

Bacharel em Biblioteconomia - UEL. Mestre em Educação - UEL. Doutor em Ciência da Informação - UFMG.Docente do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação - UEL.

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Publicado

2015-09-14

Cómo citar

Gonçalves, A. A., & Tomaél, M. I. (2015). Directrices para la protección del conocimiento: un caso de estudio en una universidad del Estado de Paraná. AtoZ: Novas práticas Em informação E Conhecimento, 4(1), 34–42. https://doi.org/10.5380/atoz.v4i1.41882

Número

Sección

Artículos