Evolução biológica versus Filo Cnidária: panorama dos últimos 10 anos (2010 – 2019) no Nordeste do Brasil
DOI:
https://doi.org/10.5380/atoz.v9i2.75584Palabras clave:
Revisão sistemática. Literatura científica. Operadores booleanosResumen
Introdução: a temática Evolução Biológica permeia transversalmente todas as áreas do conhecimento das Ciências Biológicas. Ainda assim, é carente de respostas que conectem o nosso presente ao passado, principalmente quando os objetos de estudo são invertebrados, pelo fato do difícil registro das estruturas morfofisiológicas desses organismos. Metodologia: o presente estudo buscou realizar um levantamento na literatura científica brasileira na Google Acadêmico dos últimos 10 anos (2010 – 2019) a respeito de estudos em Evolução relacionados ao filo Cnidaria, no Nordeste do Brasil, utilizando cinco search strings previamente pensadas para condução da busca sobre o tema sugerido. Resultados: foram encontrados 839 documentos e apesar da variação de palavras, depois da triagem, apenas 16 trabalhos foram computados. Trabalhos que tinham como áreas de conhecimento: Paleobiologia, Taxonomia integrativa, Biologia Molecular e Filogeografia. Nos trabalhos encontrados, Anthozoa foi a Classe de Cnidaria mais representativa. Oestado de Pernambuco teve a maior contribuição de estudos para a região. Conclusão: ainda que a busca tenha sido de trabalhos dos últimos 10 anos (2010 – 2019), os resultados dão um panorama parcial do real problema que é a falta de estudos que abranjam o tema Evolução, quando se trata de cnidários na região Nordeste do Brasil. Não se exclui a possibilidade da existência de outros trabalhos nesse período, mas com os instrumentos de busca utilizados os resultados demonstraram, mesmo que superficialmente, uma problemática geral, carente de estudos e novos pesquisadores com interesse pela temática, para que as demandas dos conhecimentos da área sejam supridas.
Citas
Brusca, G. J. & Brusca, R. C. (2007). Invertebrados (2. ed.) Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan.
Daly, M. et al. (2007). The phylum Cnidaria: A review of phylogenetic patterns and diversity 300 years after Linnaeus. Zootaxa, 1668, 127–182.
Futuyma, D. J. (2009). Biologia evolutiva (3. ed.). Ribeirão Preto: Funpec.
Oleques, L. C., Bartholomei- Santos, M. L., & Boer, N. (2011). Evolução biológica: percepções de professores de biologia. Revista Electrónica de Ensenanza de Las Ciencias, 10(2), 243-263.
Pigliucci, M. (2009). An extended Synthesis for Evolutionary Biology. The Year in Evolutionary Biology. Annals of the New York Academy of Sciences, 1168, 218-228.
Ridley, M. (2006). Evolução (3. ed.). Porto Alegre: Artmed.
Silva, R. P. et al. (1997). Para pensar e ensinar a teoria da Evolução. In: Anais do I Encontro Nacional em Ensino e Pesquisa de Ciências. Águas de Lindóia, SP: ENEPC.
Silva, C. S. F. et al. (2009). Propostas de uma estratégia didática para o ensino de evolução biológica no ensino médio. In: Anais do XI Encontro Nacional de Pesquisa em Educação em Ciências. Florianópolis: ENPEC.
Tidon, R. & Vieira, E. (2009). O ensino da evolução biológica: um desafio para o século XXI. Com Ciência, 107.
Villa-Branco Júnior, V. B. E. (2000). Prática e Teoria de Evolução para professores do ensino médio. In: Anais do VII Encontro Perspectivas do Ensino de Biologia. São Paulo: FEUSP.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
La revista AtoZ es una revista científica de acceso abierto y los derechos de autor de artículos y entrevistas pertenecen a sus respectivos autores/encuestados. Los autores otorgan a la AtoZ el direito de incluir el material publicado (revisado por pares/pos-print) en em sistemas/herramientas de indización, agregadores o curadores.
Los autores tienen permiso y se les anima a depositar sus artículos en sus páginas personales, depósitos y/o portales institucionales anteriormente (pre-print) y posteriormente (post-print) a la publicación en esa Revista. Se pide, si possible, que se apunte la referencia bibliográfica del artículo (incluyendose la URL) en base a la AtoZ.
La AtoZ es sello verde por Diadorim/IBICT.
Todo el contenido de la revista (incluyendo las instrucciones, modelos y política editorial) a menos que se indique otra cosa, están bajo una Licencia de Atribución de Bienes Comunes Creativos (CC) 4.0 Internacional.
Cuando los artículos son publicados por esta revista, se pueden compartir (copiar y redistribuir el material en cualquier soporte o formato para cualquier propósito, incluso comercial) y adaptar (remezclar, transformar y crear a partir del material para cualquier propósito, incluso si es comercial). Debe dar el crédito correspondiente, proporcionar un enlace a la licencia e indicar si se realizaron cambios.
La AtoZ no cobra cualquier tasas por la sumisión y/o procesamiento y/o la publicación de artículos.
























