Open Journal Systems

ADUBAÇÃO NITROGENADA EM COBERTURA PARA A CULTURA DO FEIJOEIRO EM SISTEMA DE PLANTIO DIRETO NA PALHA

Sérgio Roberto PIASKOWSKI

Resumo


Nos anos agrícolas de 1996/97 e 1997/98 foram conduzidos experimentos, a campo, na Fazenda Escola da Universidade Estadual de Ponta Grossa e na Fazenda do Colégio Agrícola de Palmeira, respectivamente, ambas com histórico de oito anos de plantio direto na palha, com o objetivo de estudar a adubação nitrogenada para a cultura do feijoeiro semeado no sistema de plantio direto na palha, avaliando o rendimento, seus componentes, as modificações morfológicas na planta e a matéria seca. O delineamento experimental utilizado foi o de blocos ao acaso, com seis tratamentos (0, 20, 40, 60, 80 e 100 kg de N.ha-1) e cinco repetições, utilizando-se como indicadora a variedade 'FT Nobre'. As parcelas experimentais tinham seis linhas de 6,00 m espaçadas de 0,45 m, no experimento conduzido em Ponta Grossa, e seis linhas espaçadas de 0,40 m no experimento conduzido em Palmeira. Foram separadas duas linhas com área útil de 4,50 m2 para o experimento conduzido em Ponta Grossa, e 4,80 m2 para o conduzido em Palmeira, com a finalidade de avaliar o rendimento. Em fileiras extraordinárias foram coletadas dez plantas, nos estádios de V2 a R9, onde no experimento conduzido em Ponta Grossa foi avaliada a matéria seca nos estádios V2 a R8 e no R9, além desta, as características morfológicas, componentes de rendimento e rendimento. No experimento de Palmeira nos estádios V2 a R8, matéria seca, características morfológicas e no estádio R9, além das já descritas, componentes de rendimento e rendimento. No experimento conduzido em Ponta Grossa, a melhor resposta foi para a dose de 100 kg de N.ha-1 com produtividade de 2.207 kg.ha-1 e a pior com 1.614 kg.ha-1 na parcela testemunha enquanto que no conduzido em Palmeira, a melhor resposta ocorreu para a dose de 40 kg.ha-1 de nitrogênio com 2.230 kg.ha-1 e a pior com 1.808 kg.ha-1 na dose de 20 kg.ha-1. Em ambos os experimentos não houve diferença estatística entre o melhor tratamento e a testemunha.


Texto completo:

PDF (English)


DOI: http://dx.doi.org/10.5380/rsa.v1i1.993