INFLUÊNCIA DA ORIENTAÇÃO HABITACIONAL SOBRE O NÚMERO DE ÁRVORES EXISTENTES NAS RUAS DE SERRA TALHADA – PE

Wellington Jorge Cavalcanti Lundgren, Luzia Ferreria da Silva, Mirella Almeida da Silva, Paula Emanuelle Rocha Pedrosa

Resumo


Foi realizado o censo da arborização na cidade de Serra Talhada, no qual foi criada a hipótese de que nas casas que recebem diretamente o sol à tarde os seus moradores tendem a plantar mais árvores do que nas casas que recebem o sol frontal pela manhã. Foram escolhidas 81 ruas, as ruas foram classificadas em dois tipos: Transversais (41 ruas) aquelas que possuíam inclinação maior que 45° com o alinhamento Nascente-Poente do sol e Paralelas (40 ruas) aquelas que possuíam inclinação menor que 45°. As calçadas foram classificadas em dois tipos: Poentes, aquelas que recebiam o sol Poente em frente de suas casas e Nascentes, aquelas que recebiam o sol Nascente na frente de suas casas. Foram calculadas as distâncias médias entre as árvores (DM), também foi calculada a área média de cobertura vegetal das árvores (AC). O teste F ao nível de 5% foi usado para comparar as ruas (Transversais X Paralelas) e os lados (Poente X Nascente). Chegou-se a conclusão de que nas ruas transversais o lado poente possui mais árvores do que no lado nascente que inesperadamente as áreas de cobertura média das árvores no lado Nascente das ruas Transversais são maiores do que no lado poente e que para as ruas paralelas não havia diferença estatística nem entre o número de árvores e nem entre as áreas de cobertura.

 


Palavras-chave


Arborização Urbana; Radiação Solar; Semiárido Nordestino; Podas; Sombreamento

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DOI: http://dx.doi.org/10.5380/revsbau.v9i3.63191

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