Uma análise crítica da teoria quantitativa da moeda

Mário Jorge Mendonça

Resumo


Neste artigo se elabora uma análise crítica da teoria quantitativa da moeda com ênfase na abordagem da Escola Austríaca de Economia. Para tal, perfazemos uma revisão histórica desde a elaboração original desta teoria feita por Hume (1752) e formalização engendrada de Fisher (1911), até sua incorporação dentro da síntese neoclássica em Friedman (1958). Conforme procuramos mostrar, a ideia de neutralidade da moeda mesmo no longo prazo, assim como a existência de uma quantidade ótima de dinheiro, são verdadeiras quimeras. Tais ideias desconsideram por completo a forma pela qual uma expansão monetária atua entre os agentes econômicos.

Palavras-chave


Teoria quantitativa da moeda; Neutralidade da moeda; Efeito Fisher; Quantidade ótima de moeda.

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DOI: http://dx.doi.org/10.5380/ret.v7i2.26836

 

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ISSN 2238-4715 [impresso]  /  ISSN 2238-1988 [on-line]