Políticas Editoriais

Foco e Escopo

A revista destina-se a publicar resultados inéditos, contribuições originais, tanto teóricas quanto empíricas, sob a forma de artigos, ensaios, dossiês temáticos, entrevistas, resenhas e reportagens científicas (sobre disseminação e inserção científica junto a sociedade, dentre outros aspectos), em estudos sobre RELIGIÃO em diálogo com as Ciências Humanas e  Sociais, sob a pluralidade dos temas: Religiões, religiosidades, identidades, sociabilidades, Políticas Públicas (Educação, Saúde, Assistência Social e afins), pensamento social e político. Os trabalhos publicados são resultados de pesquisas e estudos dos seus autores, aprovados de acordo com os critérios estabelecidos pelo Conselho Editorial ou seu equivalente e Conselho Científico. As afirmações, as opiniões e os conceitos expressos nas publicações são de inteira responsabilidade dos autores. O publico-alvo está voltado à comunidade científica, aos professores, aos estudantes e aos profissionais e demais interessados nas temáticas abordadas a partir do tema RELIGIÃO em diálogo com as áreas do conhecimento das Ciências Sociais e Humanas.

 

Políticas de Seção

Artigos

Insira aqui a política desta seção

Verificado Submissões abertas Verificado Indexado Verificado Avaliado pelos pares

Seção Temática

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Editorial

Não verificado Submissões abertas Verificado Indexado Não verificado Avaliado pelos pares

Resenha

Verificado Submissões abertas Verificado Indexado Verificado Avaliado pelos pares

Reflexões

Verificado Submissões abertas Verificado Indexado Não verificado Avaliado pelos pares
 

Processo de Avaliação pelos Pares

As publicações serão avaliadas por dois pesquisadores do corpo de pareceristas indicados pelos Conselhos Editoriais no sistema de pares cegos (double blind review) e um terceiro avaliador se necessário.

 

Política de Acesso Livre

Esta revista oferece acesso livre imediato ao seu conteúdo, seguindo o princípio de que disponibilizar gratuitamente o conhecimento científico ao público proporciona maior democratização mundial do conhecimento.

 

Arquivamento

Esta revista utiliza o sistema LOCKSS para criar um sistema de arquivo distribuído entre as bibliotecas participantes e permite às mesmas criar arquivos permanentes da revista para a preservação e restauração. Saiba mais...

 

Conselhos

CONSELHO EDITORIAL


Chefe Editorial  

Dr. Sylvio Fausto Gil Filho, professor do Programa de Pós-Graduação em Geografia, UFPR, Curitiba, PR, Brasil

 

Editores Assistentes

Prof. Dr. Fabio Lanza, professor do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais - Mestrado, UEL, Londrina, PR, Brasil
Prof. Dra. Cláudia Neves da Silva, professora do Programa de Pós-Graduação em Serviço Social e Política Social, UEL, Londrina, PR, Brasil
Prof. Dra. Líria Maria Bettiol Lanza, professora do Programa de Pós-Graduação em Serviço Social e Política Social, UEL, Londrina, PR, Brasil 
Prof. Dr. Donizete Aparecido Rodrigues, professor associado com agregação/livre-docência do Departamento de Sociologia, UBI, Covilhã, Portugal
Prof. Dr. José Carlos Curto, YORK U, Toronto, ON, Canadá
Prof. Dra. Letícia Storto, professora do Programa de Pós-Graduação em Ensino e do Mestrado Profissional em Letras, UENP, Londrina, PR, Brasil
Prof. Dr. Sérgio Rogério Azevedo Junqueira, IPFER, Curitiba, PR, Brasil
Prof. Dr. Frank Antonio Mezzomo, professor dos Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar Sociedade e Desenvolvimento, e História Pública, UNESPAR, Campo Mourão, PR, Brasil

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 CONSELHO EDITORIAL – (Seção Temática)


Prof. Dr. Daniel Arthur Yon, YORK U - LSA, Toronto, ON, Canadá
Prof. Dr. Robert A. Kenedy, YORK U - LSA, Toronto, ON, Canadá
Prof. Dra. Maria J. Dodman, YORK U - LSA, Co-Presidente do Centro Canadense de Pesquisas e Estudos dos Açores (CCARS),Toronto, ON, Canadá
Prof. Dr. Alfredo Moreira da Silva Jr, professor Adjunto e Diretor do Centro de Ciências Humanas e Educação, UENP, Jacarezinho, PR, Brasil.
Prof. Dra. Cristina Satie de Oliveira Pátaro, professora do Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar Sociedade e Desenvolvimento, UNESPAR (Campo Mourão), Campo Mourão, PR, Brasil
Prof. Dr. Rodrigo Ferreira Toniol, professor do Programa de Pós-Graduação em Antropologia da UNICAMP, Campinas, SP, Brasil
Prof. Dra. Vanda Fortuna Serafim, professora do Programa de Pós-Graduação em História, UEM, Maringá, PR, Brasil

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COMITE DE ASSESSORAMENTO CIENTÍFICO

CONSELHO CIENTÍFICO

  • Prof. Dr Agemir de Carvalho Dias, FEPAR, Curitiba, PR, Brasil
  • Prof. Dr. Clevisson J. Pereira, UNIANDRADE, Curitiba, Pr, Brasil
  • Prof. Dr Edilson Soares de Souza, FABAPAR, Curitiba, PR, Brasil
  • Prof. Dr. Gerson Machado, FCJ/MASJ, Joinville, SC, Brasil
  • Prof. Dr João Carlos Corso, UNICENTRO, Irati, PR, Brasil
  • Profª Drª Karina Kosicki Bellotti, UFPR, Curitiba, Pr, Brasil
  • Prof. Dr Lourival Andrade Jr, UFRN, Caicó, RN, Brasil
  • Profª Drª Marion Brepohl Magalhães, UFPR, Curitiba, Pr, Brasil
  • Prof. Dr Marlon Fluck, FATEBE, Curitiba, PR, Brasil
  • Prof. Dr Rogério Luiz de Souza, UFSC, Florianópolis, SC, Brasil
  • Prof. Dr Samuel Klauck, UNIOESTE, Fóz do Iguaçu, PR, Brasil
  • Prof. Dr Uipirangi Franklin da Silva Câmara, Faculdades OPET, Curitiba, PR, Brasil
  • Profª. Drª Vera Irene Jurkevics, UTP, Curitiba, PR, Brasil
  • Prof. Dr. Vladimir Luís de Oliveira, Faculdades Integradas Espírita Curitiba-Pr, Brasil
  • Profª. Drª Wilma de Lara Bueno, UTP, Curitiba, PR, Brasil
  • Prof. Dr.  Manoel Ribeiro de Moraes Júnior, UEPA, Belém, PA, Brasil
  • Prof. Dr. Douglas Rodrigues da Conceição, UEPA, Belém, PA, Brasil
  • Prof. Dr. Marcos Vinicius de Freitas Reis, UNIFAP, AP, Brasil.

 

Indexadores









 

 

Política de Dossiês

Nossa Política de Dossiês é composta por meio do fluxo contínuo, com a titulação mínima de doutor e duas (ou três) instituições diferentes, podendo ser até três organizadores.

 

Clique aqui para acessar a chamada dos dossiês

2º Semestre de 2021

 

 

Histórico, Composição Atual e Periodicidade

RELEGENS THRÉSKEIA (Revista de Pesquisas e Estudos em Religião -ISSN 2317-3688 ) criada em agosto de 2012 em versão exclusivamente eletrônica. É uma revista semestral, com dois números por ano, sob a responsabilidade do Núcleo de Pesquisa em Religião – NUPPER e dos programas de Pós-Graduação em Geografia, História da Universidade Federal do Paraná (UFPR); com apoio do programa de Pós-Graduação em Ciências da Religião da Universidade do Estado do Pará (UEPA); com apoio do Laboratório de Estudos sobre Religiões e Religiosidades (LERR UEL) vinculado aos Programa de Pós-Graduação em  Sociologia e Serviço Social e Política Social da Universidade Estadual de Londrina; com o apoio do Laboratório Cultura e Relações de Poder vinculado ao Programa Sociedade e Desenvolvimento (Unespar – Campo Mourão); com apoio do Núcleo de Estudos da Religião (NER UBI)  vinculado ao Doutoramento em Sociologia da Universidade da Beira Interior (Portugal); com apoio da Lusophone Studies Association vinculada à York University (Toronto – Canadá). A RELEGENS THRÉSKEIA será um veículo aberto a colaboradores nacionais e internacionais e está voltado à comunidade científica, aos professores, aos estudantes e aos profissionais e demais interessados nas temáticas abordadas nas áreas do conhecimento das Ciências Sociais, Humanas e da Religião.

 

Vínculo institucional: UFPR e NUPPER

PPGGEO-NUPPER

PPGHIS-NUPPER

 

Política de Ética

A Revista Relegens Thréskeia adota os princípios contidos nos Códigos de Ética do Committee on Publication Ethics (COPE) (http://www.publicationethics.org/) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (http://www.cnpq.br/web/guest/diretrizes).

 

Confira abaixo as diretrizes básicas para a integridade na atividade científica do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico:

  1. O autor deve sempre dar crédito a todas as fontes que fundamentam diretamente seu trabalho.
  2. Toda citação in verbis de outro autor deve ser colocada entre aspas.
  3. Quando se resume um texto alheio, o autor deve procurar reproduzir o significado exato das ideias ou fatos apresentados pelo autor original, que deve ser citado.
  4. Quando em dúvida se um conceito ou fato é de conhecimento comum, não se deve deixar de fazer as citações adequadas.
  5. Quando se submete um manuscrito para publicação contendo informações, conclusões ou dados que já foram disseminados de forma significativa (p.ex. apresentado em conferência, divulgado na internet), o autor deve indicar claramente aos editores e leitores a existência da divulgação prévia da informação.
  6. Se os resultados de um estudo único complexo podem ser apresentados como um todo coesivo, não é considerado ético que eles sejam fragmentados em manuscritos individuais.
  7. Para evitar qualquer caracterização de autoplágio, o uso de textos e trabalhos anteriores do próprio autor deve ser assinalado, com as devidas referências e citações.
  8. O autor deve assegurar-se da correção de cada citação e que cada citação na bibliografia corresponda a uma citação no texto do manuscrito. O autor deve dar crédito também aos autores que primeiro relataram a observação ou ideia que está sendo apresentada.
  9. Quando estiver descrevendo o trabalho de outros, o autor não deve confiar em resumo secundário desse trabalho, o que pode levar a uma descrição falha do trabalho citado. Sempre que possível consultar a literatura original.
  10. Se um autor tiver necessidade de citar uma fonte secundária (p.ex. uma revisão) para descrever o conteúdo de uma fonte primária (p. ex. um artigo empírico de um periódico), ele deve certificar-se da sua correção e sempre indicar a fonte original da informação que está sendo relatada.
  11. A inclusão intencional de referências de relevância questionável com a finalidade de manipular fatores de impacto ou aumentar a probabilidade de aceitação do manuscrito é prática eticamente inaceitável.
  12. Quando for necessário utilizar informações de outra fonte, o autor deve escrever de tal modo que fique claro aos leitores quais ideias são suas e quais são oriundas das fontes consultadas.
  13. O autor tem a responsabilidade ética de relatar evidências que contrariem seu ponto de vista, sempre que existirem. Ademais, as evidências usadas em apoio a suas posições devem ser metodologicamente sólidas. Quando for necessário recorrer a estudos que apresentem deficiências metodológicas, estatísticas ou outras, tais defeitos devem ser claramente apontados aos leitores.
  14. O autor tem a obrigação ética de relatar todos os aspectos do estudo que possam ser importantes para a reprodutibilidade independente de sua pesquisa.
  15. Qualquer alteração dos resultados iniciais obtidos, como a eliminação de discrepâncias ou o uso de métodos estatísticos alternativos, deve ser claramente descrita junto com uma justificativa racional para o emprego de tais procedimentos.
  16. A inclusão de autores no manuscrito deve ser discutida antes de começar a colaboração e deve se fundamentar em orientações já estabelecidas, tais como as do International Committee of Medical Journal Editors.
  17. Somente as pessoas que emprestaram contribuição significativa ao trabalho merecem autoria em um manuscrito. Por contribuição significativa entende-se realização de experimentos, participação na elaboração do planejamento experimental, análise de resultados ou elaboração do corpo do manuscrito. Empréstimo de equipamentos, obtenção de financiamento ou supervisão geral, por si só não justificam a inclusão de novos autores, que devem ser objeto de agradecimento.
  18. A colaboração entre docentes e estudantes deve seguir os mesmos critérios. Os supervisores devem cuidar para que não se incluam na autoria estudantes com pequena ou nenhuma contribuição nem excluir aqueles que efetivamente participaram do trabalho.  Autoria fantasma em Ciência é eticamente inaceitável.
  19. Todos os autores de um trabalho são responsáveis pela veracidade e idoneidade do trabalho, cabendo ao primeiro autor e ao autor correspondente responsabilidade integral, e aos demais autores responsabilidade pelas suas contribuições individuais.
  20. Os autores devem ser capazes de descrever, quando solicitados, a sua contribuição pessoal ao trabalho.
  21. Todo trabalho de pesquisa deve ser conduzido dentro de padrões éticos na sua execução, seja com animais ou com seres humanos.