Escala de autoestima coletiva: Evidências de validade fatorial e consistência interna

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.5380/psi.v22i2.54006

Palabras clave:

autoestima, coletiva, validade, precisão, escala.

Resumen

O objetivo deste artigo foi adaptar para o contexto brasileiro a Escala de Autoestima Coletiva (EAC), reunindo evidências de sua validade fatorial e consistência interna. Realizaram-se dois estudos. No Estudo 1 participaram 497 estudantes universitários, a maioria do sexo masculino (51,5%) com idade média de 21 anos. Estes responderam a EAC e perguntas sociodemográficas. Os resultados apoiaram o modelo original com quatro fatores oblíquos de autoestima, que apresentaram alfas de Cronbach variando de 0,53 (pública) a 0,82 (privada). O Estudo 2 reuniu 391 pessoas da população geral, que responderam a EAC e perguntas sociodemográficas, os quais eram predominantemente do sexo masculino (60,9%) e com idade média de 23 anos. Os resultados corroboraram a adequação da estrutura fatorial anteriormente indicada, cujos fatores apresentaram alfas de Cronbach entre 0,59 (pública) a 0,85 (privada). Concluindo, embora possa ser considerada uma pontuação total desta medida de autoestima coletiva, que apresentou consistência interna satisfatória nos dois estudos (α = 0,80 e 0,84, respectivamente), é possível considerar igualmente seus fatores individuais, conforme propuseram seus autores.

Biografía del autor/a

Valdiney Veloso Gouveia, Universidade Federal da Paraíba

Professor Titular do Departamento de Psicologia. Pesquisador 1A (PQ) do CNPq.

Publicado

2018-08-01

Cómo citar

Gouveia, V. V., Ribeiro, M. G. C., Rezende, A. T., Cavalcanti, T. M., Moizeís, H. B. C., & Grangeiro, A. S. M. (2018). Escala de autoestima coletiva: Evidências de validade fatorial e consistência interna. Interação Em Psicologia, 22(2). https://doi.org/10.5380/psi.v22i2.54006

Número

Sección

Relatos de Pesquisa