Escala de autoestima coletiva: Evidências de validade fatorial e consistência interna

Valdiney Veloso Gouveia, Maria Gabriela Costa Ribeiro, Alessandro Teixeira Rezende, Thiago Medeiros Cavalcanti, Heloísa Bárbara Cunha Moizeís, Alex Sandro Moura Grangeiro

Resumo


O objetivo deste artigo foi adaptar para o contexto brasileiro a Escala de Autoestima Coletiva (EAC), reunindo evidências de sua validade fatorial e consistência interna. Realizaram-se dois estudos. No Estudo 1 participaram 497 estudantes universitários, a maioria do sexo masculino (51,5%) com idade média de 21 anos. Estes responderam a EAC e perguntas sociodemográficas. Os resultados apoiaram o modelo original com quatro fatores oblíquos de autoestima, que apresentaram alfas de Cronbach variando de 0,53 (pública) a 0,82 (privada). O Estudo 2 reuniu 391 pessoas da população geral, que responderam a EAC e perguntas sociodemográficas, os quais eram predominantemente do sexo masculino (60,9%) e com idade média de 23 anos. Os resultados corroboraram a adequação da estrutura fatorial anteriormente indicada, cujos fatores apresentaram alfas de Cronbach entre 0,59 (pública) a 0,85 (privada). Concluindo, embora possa ser considerada uma pontuação total desta medida de autoestima coletiva, que apresentou consistência interna satisfatória nos dois estudos (α = 0,80 e 0,84, respectivamente), é possível considerar igualmente seus fatores individuais, conforme propuseram seus autores.


Palavras-chave


autoestima; coletiva; validade; precisão; escala.

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DOI: http://dx.doi.org/10.5380/psi.v22i2.54006

Direitos autorais 2018 Valdiney Veloso Gouveia, Maria Gabriela Costa Ribeiro, Alessandro Teixeira Rezende, Thiago Medeiros Cavalcanti, Heloísa Bárbara Cunha Moizeís, Alex Sandro Moura Grangeiro

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