POTENCIAL DE UTILIZAÇÃO MADEIREIRA DE ESPÉCIES FLORESTAIS DE VÁRZEA NO MUNICÍPIO DE MAZAGÃO NO ESTADO DO AMAPÁ
DOI:
https://doi.org/10.5380/rf.v37i2.8657Palavras-chave:
Amazônia, estuário, madeira, exploração florestal.Resumo
O presente estudo foi desenvolvido objetivando avaliar o potencial de utilização madeireira das espécies de várzea estuarina amazônica, no município de Mazagão, estado do Amapá, e estimar o estoque de madeira das espécies exploradas. Para avaliar o potencial de utilização madeireira, aplicou-se questionário para levantamento de informações socioeconômicas dos proprietários das pequenas serrarias existentes no rio Mazagão, rio Mutuacá e rio Ajudante, tributários do rio Amazonas. Para estimar o estoque de madeira existente das espécies exploradas, foram instaladas cinco parcelas amostrais de 1,0 ha, divididas em subparcelas de 20x50 m. Pelas respostas nos questionários, observou-se que as espécies mais serradas na área são: andiroba (Carapa guianensis Aubl.), pracuúba (Mora paraensis Ducke), pau-mulato (Callycophyllum spruceanum Benth.), macacaúba (Platymiscium filipes Benth.), virola (Virola surinamensis (Rol. Ex Rottb) Wab) e anani (Symphonia globulifera L.). O inventário fitossociológico mostrou que o estoque de madeira das espécies exploradas é satisfatório, com 71,8 árvores/ha com DAP entre 20 e 40 cm e 28,2 árvores/ha com DAP > 40 cm. Atualmente, em média, em cada serraria são produzidas, por dia, 20 dúzias de tábuas e pernamancas, pelo beneficiamento de 7 a 8 toras de madeira, obtidas com derrubada de duas árvores.
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