Acessibilidade web no ensino a distância na ciência da informação: uma revisão sistemática da literatura brasileira na BRAPCI
DOI:
https://doi.org/10.5380/atoz.v11i0.81992Palabras clave:
Informação e Tecnologia, Design da Informação, Acessibilidade, Acesso à Informação, Revisão Sistemática da LiteraturaResumen
Introdução: A revolução trazida pelas tecnologias de comunicação e pela internet transformou a forma como as pessoas buscam informação, se informam e constroem conhecimento. Para acompanhar as demandas da sociedade, também as instituições e a legislação tiverem que se adequar à nova realidade informacional passando a utilizar ambientes digitais especialmente para disponibilizar o acesso às informações públicas objetivando a transparência, e para fins de capacitação em ambientes virtuais de aprendizagem. Para que todos os cidadãos, sem discriminação, possam participar e se beneficiar dos ambientes em igualdade de condições, os ambientes digitais devem ser acessíveis. Nesse contexto, o objetivo deste artigo é investigaro estado da arte do tema acessibilidade Web na educação a distância no âmbito da Ciência da Informação na literatura nacional. Método: Para tanto, utilizou-se da Revisão Sistemática da Literatura na Base de Dados Referenciais de Artigos de Periódicos em Ciência da Informação.Resultados:Os resultados da pesquisa apontam para a preocupação da área em pesquisas que realizam o diálogo entre o tema acessibilidade e a Ciência da Informação, que apontam as barreiras de acesso à informação em plataformas digitais, e que discutem acessibilidade face à legislação no Brasil.Conclusão:O estudo concluiu que há que se considerar a comunidade e as questões humanas envolvidas na dinâmica do processo de acesso e acessibilidade em ambientes digitais, como o conhecimento sobre tecnologia assistiva e sobre a navegação na Internet e a necessidade informacional das pessoas com deficiência; além do conhecimento sobre acesso e acessibilidade por parte da equipe desenvolvedora do ambiente digital.
Citas
Bastos, K. V. da S., Muñoz, I. K., & Raposo, P. N. Desafios para as pessoas com deficiência visual no acesso à informação digital. Informação & Informação, 25(2), 277-301.
Borko, H. (1968). Information science: what is it? American documentation, 19(1), 3-5.
Brasil (2013). W3C Cartilha de acessibilidade na web. Recuperado de http://www. w3c. br/pub/Materiais/PublicacoesW3C/cartilha-w3cbr-acessibilidade-web-fasciculo-I.html.
Briner, R. B., & Denyer, D. (2012). Systematic review and evidence synthesis as a practice and scholarship tool. Handbook of evidence-based management: Companies, classrooms and research, 112-129.
Capurro, R., & Hjorland, B. (2007). O conceito de informação. Perspectivas em ciência da informação, 12, 148-207.
Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF: Senado Federal: Centro Gráfico, 1988.
Coleman, M., & Berge, Z. (2018). A Review of Accessibility in Online Higher Education. Online Journal of Distance Learning Administration, 21(1).
Costa, L. C. A. D., & Sousa, M. R. F. (2020) Acessibilidade web móvel para usuários cegos: checklist para websites do comércio eletrônico. Pesquisa Brasileira em Ciência da Informação e Biblioteconomia; Vol. 15, No 3; 068-076, 24(2), 76-68.
Costa, L. C. A. da, Guimarães, Í. J. B., Sousa, R. P. M. de, & Delfino, S. S. (2019, October). Acessibilidade em dispositivos móveis: exame em websites do e-commerce. In ENANCIB, 2019.
Decreto n. 5.296 de 2 de dezembro de 2004. Define Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional Técnica de Nível Médio.
Decreto nº 6.949 de 26 de agosto de 2009. Promulga a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e seu Protocolo Facultativo, assinados em Nova York, em 30 de março de 2007.
Fernandes, R. P. M., Contani, M. L., & Santos, C. R. D. (2019). Desafios e perspectivas da Ciência da Informação em relação a acessibilidade na web. In ENANCIB, 24(2).
Fraz, J. N., Hott, D. F. M., Moreira, G. E., & Rodrigues, G. M. (2019). TECNOLOGIA ASSISTIVA: produtos e serviços disponíveis na internet. PontodeAcesso, 13(3), 70-84.
Galvão, M. C. B., & Ricarte, I. L. M. (2019). Revisão sistemática da literatura: conceituação, produção e publicação. Logeion: Filosofia da informação, 6(1), 57-73.
Guimarães, Í. J. B., & Sousa, M. R. F. (2018). Teste de acessibilidade em sites de comércio eletrônico com usuários cegos. In ENANCIB, 24(2).
Hott, D. F. M., & Cruz-Riascos, S. A. (2018). Ciência da Informação e interações teórico-sistêmicas com a acessibilidade. In ENANCIB, 2018.
Hott, D. F. M., Rodrigues, G. M., & de Oliveira, L. P. (2018). Acesso e acessibilidade em ambientes web para pessoas com deficiência: avanços e limites. Brazilian Journal of Information Science: research trends, 12(4), 45-52.
Kulpa, C. C. (2009). A contribuição de um modelo de cores na usabilidade das interfaces computacionais para usuários de baixa visão. 2009. (Master’s thesis - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Curso de Pós-graduação em Design).
Lancaster, F. W., & Gallup, E. (1973). Information retrieval on-line Los Angeles: Melville Pub. Co., 1973.
Le Coadic, Y-F. (1996). A Ciência da Informação. Tradução de Maria Yêda F. S. de Filgueiras Gomes. Brasília: Briquet de Lemos.
Lei n. 10.098 de 19 de dezembro de 200. Estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadores de deficiência ou com mobilidade reduzida.
Lei n. 12.527 de 18 d novembro de 2011. Regula o acesso a informações previsto no inciso XXXIII do art. 5º, no inciso II do § 3º do art. 37 e no § 2º do art. 216 da Constituição Federal; altera a Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990; revoga a Lei nº 11.111, de 5 de maio de 2005, e dispositivos da Lei nº 8.159, de 8 de janeiro de 1991; e dá outras.
Lei n. 13.146 (2015). Institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência).
Malheiro, C. A. L., Lima, V. S., de Souza Ferreira, R. D., & Barbosa, L. M. M. (2021). Acessibilidade no Moodle: contribuições para inclusão dos estudantes com deficiência visual no ensino superior. Laplage em Revista, 7(1), 142-154.
Pecegueiro, C. A., & de Jesus Vetter, S. M. (2019). Periódico eletrônico na ciência da informação: uma revisão sistemática de literatura. In Anais do Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação-FEBAB (vol. 28).
Persson, H., Åhman, H., Yngling, A. A., & Gulliksen, J. (2015). Universal design, inclusive design, accessible design, design for all: different concepts—one goal? On the concept of accessibility—historical, methodological and philosophical aspects. Universal Access in the Information Society, 14(4), 505-526.
Pivetta, E. M., Almeida, A. M. P., Saito, D. S., & Ulbricht, V. R. (2015). Educação bilíngue de alunos surdos: contributos para a construção de ambientes virtuais inovadores de ensino e aprendizagem acessíveis. Inclusão Social.
Saracevic, T. (1995). Interdisciplinary nature of information science. Ciência da informação, 24(1), 36-41.
Wersig, G., & Neveling, U. (1975). Os fenômenos de interesse para a Ciência da Informação. Information Scientist, 9(4), 127-140.
Zins, C. (2007). Conceptions of information science. Journal of the American Society for Information Science and Technology, 58(3), 335-350.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
La revista AtoZ es una revista científica de acceso abierto y los derechos de autor de artículos y entrevistas pertenecen a sus respectivos autores/encuestados. Los autores otorgan a la AtoZ el direito de incluir el material publicado (revisado por pares/pos-print) en em sistemas/herramientas de indización, agregadores o curadores.
Los autores tienen permiso y se les anima a depositar sus artículos en sus páginas personales, depósitos y/o portales institucionales anteriormente (pre-print) y posteriormente (post-print) a la publicación en esa Revista. Se pide, si possible, que se apunte la referencia bibliográfica del artículo (incluyendose la URL) en base a la AtoZ.
La AtoZ es sello verde por Diadorim/IBICT.
Todo el contenido de la revista (incluyendo las instrucciones, modelos y política editorial) a menos que se indique otra cosa, están bajo una Licencia de Atribución de Bienes Comunes Creativos (CC) 4.0 Internacional.
Cuando los artículos son publicados por esta revista, se pueden compartir (copiar y redistribuir el material en cualquier soporte o formato para cualquier propósito, incluso comercial) y adaptar (remezclar, transformar y crear a partir del material para cualquier propósito, incluso si es comercial). Debe dar el crédito correspondiente, proporcionar un enlace a la licencia e indicar si se realizaron cambios.
La AtoZ no cobra cualquier tasas por la sumisión y/o procesamiento y/o la publicación de artículos.
























