GERMINAÇÃO DE SEMENTES E CRESCIMENTO INICIAL DE PLÂNTULAS DE INGÁ-MIRIM - Inga laurina (S W.) Willd – UTILIZADA NA ARBORIZAÇÃO URBANA DE RIO BRANCO, ACRE

João R. A. Leão, João P. da C. Lima, Stoney do N. Pinto, Ary V. de Paiva

Resumo


A inga-mirim é uma espécie nativa da Floresta Amazônica com potencial para arborização urbana. Com o objetivo de estudar a germinação e crescimento inicial de plântulas desta espécie, para posterior propagação, realizou-se um experimento em casa de vegetação em temperatura ambiente e com irrigações periódicas. O delineamento experimental utilizado foi inteiramente casualizado, com quatro tratamentos e quatro repetições com 25 sementes em bandejas de plástico com 25x39x7,5 cm. Os resíduos agroflorestais testados como substrato foram casca de castanha-do-brasil triturada, casca de amendoim triturada, resíduo de açaí peneirado e areia como testemunha. Após a germinação das sementes foram analisadas porcentagem de germinação, índice de velocidade de germinação, peso fresco e seco da parte aérea e da raiz, comprimento da parte aérea e radicular, número de folhas e de folíolos. Através da análise de variância e Teste de Tukey a 5% de probabilidade verificou-se que os substratos testados proporcionaram a mesma porgentagem de germinação às sementes e índice de velocidade de germinação, porém o substrato resíduo de açaí proporcionou o melhor resultado para comprimento da parte aérea e o substrato areia para matéria verde da parte aérea, número de folhas e folíolos, mostrando-se promissor para propagação e maior vigor de plântulas desta espécie.

Palavras-chave


Sementes florestais; Resíduo agroflorestal; Viveiro; Espécie nativa

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DOI: http://dx.doi.org/10.5380/revsbau.v7i3.66529

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