Distanásia no contexto biotecnológico: uma análise dos princípios bioéticos no prolongamento da vida em pacientes terminais

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5380/petfilo.v25i1.99538

Resumo

O presente artigo discute a questão da distanásia a partir de uma reflexão bioética, explorando seus impactos médicos, éticos e filosóficos. A distanásia refere-se à prática médica de prolongamento artificial da vida em pacientes terminais, estendendo o processo de morrer sem benefícios reais para a qualidade de vida. No contexto biotecnológico atual, essa prática suscita questões bioéticas fundamentais, como a relação entre vida e morte, dignidade, a autonomia do paciente e os limites da intervenção médica, e relaciona-se com fenômenos culturais distintos da sociedade contemporânea, como a negação da morte. Além disso, argumenta-se que a distanásia pode representar uma violação de princípios bioéticos fundamentais, como a autonomia, a beneficência e a não-maleficência. Tudo isso ressalta a necessidade de uma abordagem humanizada no cuidado ao paciente terminal.

Biografia do Autor

Matheus Almeida Ribeiro Giordano, Pontifícia Universidade Católica do Paraná

Graduando em Psicologia pela PUCPR. Integra a diretoria das Ligas Acadêmicas de Neurociências e Terapia Cognitivo-Comportamental da PUCPR. Possui formação complementar em psicofarmacologia, anatomia e fisiologia. Paralelamente, atua na área de produção audiovisual, com experiência em conteúdo digital.

Stefany Fernandes de Campos, Pontifícia Universidade Católica do Paraná

Graduanda em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná. Atualmente atua como Aprendiz Administrativo na Telefônica Brasil S.A. na área de Recursos Humanos. Membro da Liga Acadêmica de Psicanálise e da Liga de Estudos em Diversidade, ambas pertencentes à PUCPR.

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Publicado

2025-12-15

Como Citar

Mitzakoff, R., Almeida Ribeiro Giordano, M., & Fernandes de Campos, S. (2025). Distanásia no contexto biotecnológico: uma análise dos princípios bioéticos no prolongamento da vida em pacientes terminais. Cadernos PET-Filosofia, 25(3). https://doi.org/10.5380/petfilo.v25i1.99538