BIODEGRADAÇÃO DE GLIFOSATO EM DOIS SOLOS BRASILEIROS
DOI:
https://doi.org/10.5380/pes.v13i0.3175Palavras-chave:
HERBICIDAS-BIODEGRADAÇÃO, CLAE, GLIFOSATO, SOLOS, HERBICIDE-BIODEGRADATION, HPLC, GLYPHOSATE, SOILS.Resumo
Avaliou-se a biodegradação de Glifosato em amostras de dois solos brasileiros, ambos com e sem histórico de uso prévio do herbicida. Aplicou-se o Glifosato em 75 g de cada amostra de solo (três repetições) na dosagem recomendada para condição de campo (2,16 kg i.a./ha). A biodegradação foi avaliada monitorando-se a liberação do CO2 pelos microrganismos no período de 32 dias. Durante esse período foram quantificados os resíduos de Glifosato e seu principal metabólito por meio de extração, seguida de análise por Cromatografia a Líquido de Alta Eficiência. Os resultados mostraram que o Glifosato foi degradado pelos microrganismos do solo, com formação de seu metabólito ácido aminometilfosfônico (AMPA). A degradação mostrouse ligeiramente superior em Argissolo que em Latossolo.
BIODEGRADATION OF GLYPHOSATE IN TWO BRAZILIAN SOILS
Abstract
It was evaluated the Glyphosate biodegradation in two Brazilian soil samples, both with and without report of previous herbicide application. Samples of 75 g of each soil type (3 replicates) were used and Glyphosate was applied in the recommended dose for field condition (2.16 kg a.i./ha). The assessment of biodegradation was done using the CO2 evolution during a 32 days period. During this period the Glyphosate residues, and its main metabolite were quantified, after extraction and analysis by high performance liquid chromatography. The results showed that Glyphosate was degraded by the soil microorganisms, with formation of its metabolite, the aminomethylphosphonic acid (AMPA). The degradation was faster in the Hapludult than in Hapludox soil.
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