SELETIVIDADE DE ACARICIDAS AOS PREDADORES Scymnus sp. (Coleoptera: Coccinelidae) E ARANEAE (Arachnida) EM ALGODOEIRO (Gossypium hirsutum L.) SOB CONDIÇÕES DE CAMPO
DOI:
https://doi.org/10.5380/pes.v21i0.25919Palavras-chave:
EFEITO COLATERAL, INIMIGO NATURAL, ACARICIDAS, ARANHA, ARTRÓPODE NÃO - ALVO.Resumo
Neste trabalho avaliou-se a seletividade dos acaricidas utilizados na cultura do algodão sobre os predadores Scymnus sp. e Araneae, em condições de campo, e de acordo com a classificação da IOBCwprs. Também foram estudadas as porcentagens de mortalidade e a duração da atividade tóxica dos tratamentos, mediante delineamento experimental em blocos ao acaso, com onze tratamentos e quatro repetições. A análise da composição da artropodofauna total indicou que os "inimigos naturais" mais abundantes ocorrentes no estudo foram o coccinelídeo Scymnus sp. (58% do total) e a ordem Araneae (24%). Talstar® 100 EC e Danimen® 300 EC foram classificados como prejudiciais à Scymnus sp. e Araneae, com duração da atividade tóxica superior a 12 dias. Kumulus® 800 WG, Oberon® 240 SC, Borneo® 110 SC e MilbeKnock® 50 EC mostraram-se inócuos à joaninha Scymnus sp., e sem atividade tóxica já no primeiro dia após a aplicação. Para Araneae, os produtos Kumulus® 800 WG, Oberon® 240 SC, Borneo® 110 SC e MilbeKnock® 50 EC mostraram-se moderadamente prejudiciais. Pirate® 240 SC, Polo® 500 SC, Acarit® 720 EC e Vertimec® 18 EC foram moderadamente prejudiciais para ambos os táxons.
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