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A cota eleitoral de gênero: política pública ou engenharia eleitoral?

Bruno Bolognesi

Resumo


O objetivo deste trabalho é descrever a evolução da participação feminina antes e depois da adoção das cotas de gênero nos partidos políticos em 1998 para as eleições legislativas. Em seguida, mostramos de que modo os partidos políticos manejam o instituto das cotas e por que seu uso é diferente em diferentes legendas partidárias. A conclusão é que os partidos políticos têm autonomia para lidar de forma particularista com uma política pública universalista.


Palavras-chave


cotas de gênero; partidos políticos; recrutamento político; políticas públicas; mulheres.

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DOI: http://dx.doi.org/10.5380/pr%20eleitoral.v1i2.42736

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