Saída de Investimento Direto Externo de países emergentes

Autores

  • Ingridhe de Morais Magalhães Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Florianópolis, Santa Catarina.
  • Roberto Meurer Universidade Federal de Santa Catarina

DOI:

https://doi.org/10.5380/re.v44i84.83720

Palavras-chave:

Investimento Direto Externo 1, Economias Emergentes 2, Dunning 3, FMOLS 4, VEC 5

Resumo

O trabalho objetiva examinar os determinantes da saída de Investimento Direto Externo (IDE) de países emergentes. Em termos empíricos, argumenta-se que houve um rearranjo na estrutura de concentração do investimento, onde nações emergentes passaram de apenas grandes receptoras de investimento, para economias com papel ativo no investimento global. Utilizam-se modelos autoregressivos vetoriais (VAR), vetorial de correção de erros (VEC), Fully Modified OLS (FMOLS) e de efeitos fixos, estimados para um conjunto de quinze países emergentes, para o período de 1995 a 2014. Sob a luz do paradigma eclético de Dunning, concluiu-se que empresas de países emergentes se internacionalizam em busca de mercado. O investimento direto dos emergentes é influenciado pelo índice do PIB, índice de complexidade econômica e saldo em transações correntes.

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Biografia do Autor

Ingridhe de Morais Magalhães, Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Florianópolis, Santa Catarina.

Mestre em Economia pelo Programa de Pós-Graduação em Economia da Universidade Federal de Santa Catarina.

Roberto Meurer, Universidade Federal de Santa Catarina

Professor do Departamento de Economia e Relações Internacionais da Universidade Federal de Santa Catarina. Artigo realizado com o apoio do Conselho Nacional de Pesquisa Científica e Tecnológica - CNPq (Processo 311475/2018-3)

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Publicado

2024-01-15

Como Citar

Magalhães, I. de M., & Meurer, R. (2024). Saída de Investimento Direto Externo de países emergentes. Revista De Economia, 44(84), 739–769. https://doi.org/10.5380/re.v44i84.83720

Edição

Seção

Artigos