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Determinantes das exportações de países selecionados da América Latina (Brasil, Argentina e México): modelos NARDL

Letícia Vieira Cavessana, Flávio Vilela Vieira

Resumo


O estudo desenvolve uma investigação empírica sobre os determinantes das exportações de três países selecionados da América Latina – Brasil, Argentina e México – no período entre o 1º trimestre de 1997 ao 4º trimestre de 2018. Foram estimados Modelos não-lineares Autoregressivos com Defasagens Distribuídas (NARDL). A metodologia econométrica permite o diagnóstico da existência de cointegração e do ajustamento no curto prazo através do Modelo de Correção de Erros (ECM). Como principais resultados alcançados por meio da análise empírica das relações de longo prazo dos modelos NARDL é possível afirmar que aumento (redução) da volatilidade cambial está associada a redução (aumento) das exportações. Por outro lado, a melhora dos termos de troca beneficia as exportações dos países Brasil, Argentina e México. Também é possível afirmar que apreciações cambiais impactam negativamente as exportações, principalmente do México e Argentina. Por fim, os resultados do modelo de correção de erros indicam que as exportações do Brasil (52%) apresentam maior velocidade de ajustamento ao equilíbrio de longo prazo diante de choques de curto prazo. A Argentina, por outro lado, apresentou a menor (40%) velocidade de ajustamento.

Palavras-chave


Exportações; Brasil; Argentina; México; Modelos NARDL

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DOI: http://dx.doi.org/10.5380/re.v44i83.82194