Cooperação em empresas inovadoras: uma análise por porte entre Brasil e países europeus selecionados

Marcelo Duarte Silva, Marisa dos Reis Azevedo Botelho

Resumo


O desenvolvimento do processo inovativo nas empresas é produto de uma série de condicionantes, como a cooperação, que pode sofrer influência do estágio de desenvolvimento dos Sistemas Nacionais de Inovação (SNI) e de variáveis intrínsecas à firma, como seu tamanho. O objetivo deste artigo é investigar as diferenças nas taxas de cooperação de empresas inovadoras e os parceiros mais frequentes na cooperação para inovação no Brasil e em países europeus selecionados, considerando um recorte por porte das firmas. Assume-se a hipótese de que a cooperação para a inovação difere segundo o porte, países e ambiente econômico. São analisados resultados da Pesquisa de Inovação Tecnológica (PINTEC), para o Brasil, e da Community Innovation Survey (CIS), para países europeus, para os períodos de 2006-08, 2009-11 e 2012-14, com o objetivo de analisar a evolução recente dos indicadores. Os resultados apontam que as taxas de cooperação crescem com o aumento do porte das empresas, que países com altas taxas de cooperação têm maior diversidade na escolha dos parceiros e que fornecedores são os parceiros mais procurados, em todos os portes de firma.


Palavras-chave


Inovação, Cooperação, Porte das empresas, Brasil, Europa.

Texto completo:

Arquivo


DOI: http://dx.doi.org/10.5380/re.v41i76.70370

Direitos autorais 2020 Revista de Economia

-----------------------------------------------------------

Revista de Economia
ISSN 0556-5782 | e-ISSN 2316-9397

Indexadores (Bases, diretórios e portais)
ARDI | Cite Factor | Diadorim | Dimensions | EZB | Genamics | Google Scholar | Journal 4-free | Latindex | LivRe | Open Air | Periódicos CAPES | ROAD | Socol@r | Sumários | World Wide Science